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Estados Unidos/Irão

EUA avaliam reforço militar no Médio Oriente

Base de Taji, no Iraque. Soldados iraquianos a receberem formação norte-americana. 7 de Janeiro de 2015.
Base de Taji, no Iraque. Soldados iraquianos a receberem formação norte-americana. 7 de Janeiro de 2015. AHMAD AL-RUBAYE / AFP

Um dia depois de o jornal norte-americano Wall Street Journal ter falado na mobilização de 14.000 militares e navios de guerra para o Médio Oriente, um responsável norte-americano indicou à agência France Presse que o ministro da Defesa pensa enviar entre 5.000 a 7.000 soldados suplementares para a região.

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A tensão continua a subir entre Washington e Teerão desde que Donald Trump chegou ao poder em 2017. Primeiro, o Presidente norte-americano abandonou o acordo internacional sobre o nuclear iraniano, depois implementou pesadas sanções ao Irão, que foram seguidas pelo reforço das capacidades nucleares da República Islâmica.

Nos últimos meses, os incidentes multiplicaram-se. Em Setembro, instalações petrolíferas na Arábia Saudita foram atacadas, num acto que os Estados Unidos atribuíram ao Irão. Entretanto, vários ataques visaram bases militares americanas no Iraque e Washington voltou a apontar o dedo a Teerão.

Agora, um responsável norte-americano, sob anonimato, indicou à agência France Presse que o ministério da Defesa pensa enviar entre 5.000 a 7.000 soldados suplementares para a região, onde já estão 70.000 militares. A informação foi desmentida pelo Pentágono e pelo subsecretário da Defesa, John Rood, que, no entanto, disse, no Congresso, que os Estados Unidos “observam o comportamento do Irão com preocupação” e que “há a capacidade de adaptar rapidamente a presença” militar.

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