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Estados Unidos

Discurso moderado de Trump após ataque iraniano a bases americanas

Presidente americano discursa à nação sobre ataque iraniano a bases americanas no Iraque e anuncia mais sanções económicas
Presidente americano discursa à nação sobre ataque iraniano a bases americanas no Iraque e anuncia mais sanções económicas REUTERS/Kevin Lamarque

O Presidente americano, Donald Trump, dirigiu-se hoje à nação americana e ao mundo, adoptando um discurso moderado em relação ao Irão que atacou ontem à noite duas bases americanas no Iraque. Para já, Trump, disse que, como não houve vítimas americanas, reforça apenas as sanções económicas que já existem contra o Irão. 

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Donald Trump, num discurso sóbrio e grave na entrada da Casa Branca, à nação e ao mundo, e rodeado do vice-presidente, do chefe da diplomacia e dos principais chefes militares, começou por declarar, que "enquanto ele for presidente, não permitirá que o Irão tenha a arma nuclear".

Depois acrescentou que se dirigia ao país e ao mundo para informar os americanos que devem ficar tranquilos "porque não houve nenhum ferido no ataque da noite passada pelo regime iraniano".

"Não tivemos feridos e todos os nossos soldados estão salvos; há apenas a registar alguns danos menores materiais nas nossas bases".

O Chefe da Casa Branca, disse ainda que o "Irão optou por uma acção contida sem grande relevo, o que é uma boa coisa para todas as partes envolvidas e uma boa coisa para o mundo".

"Não houve perda de vidas humanas, nem americanos nem iraquianos, devido às medidas de precaução que tomámos para disseminar as nossas forças, no quadro de um sistema incrível previamente montado que funcionou muito bem".

Trump acusou ainda a administração Obama, que deu dinheiro, em 2013, ao Irão, cerca de 150 mil milhões de dólares para nomeadamente comprar os mísseis que serviram ontem para atacar americanos.

Trump, tem postura de moderação mas acena com o seu poderio militar   

Assim, quando os analistas mais críticos de Trump, estavam à espera que ele adoptasse uma posição de escalada, anunciando ataques destruídoras, como já tinha prometido contra o Irão, o chefe da Casa Branca, optou por dar mais uma oportunidade ao regime iraniano.

Donald Trump, disse, que apesar de ter reconstruído todo o exército americano, com novas armas e mísseis de alta precisão e letais, por ora, prefere continuar a analisar o ataque iraniano e que a melhor arma era adoptar sanções económicas adicionais contra o Irão.

O presidente americano, sublinhou, no entanto, que o "Irão tem de abandonar as suas ambições nucleares e deixar de apoiar o terrorismo".

Donald Trump enviou mensagens também ao "mundo civlizado que tem de enviar um sinal claro ao regime iraniano que o seu terrorismo não será tolerado".

"É tempo do Reino Unido, Alemanha, França, Rússia e a China, reconhecerem esta realidade".

Foi avisando que os Estados Unidos estão "fortes como nunca e tem um poderio militar com mísseis hiperssónicos e rápidos, o que não quer dizer que vai utilizar todas essas armas. Não quero utilizar estas armas", sublinhou Trump.

O Chefe da Casa Branca, aproveitou, ainda, para afirmar que "hoje mesmo ia pedir à NATO, para se envolver mais no Médio Oriente".

Donald Trump, num tom moderado, sublinhou que o Irão tem um grande futuro, pode ser um grande país e que juntos podem trabalhar na paz e harmonia na região do Médio oriente.

Mas o Irão não deve continuar a fomentar a violência e guerras como tem feito ao longo dos anos apoiando o grupos terroristas como o Hisbolah e matando o seu próprio povo, cerca de 1500 iranianos mortos em manifestações de protesto pelo regime.

Oiçamos o Presidente americano, Donald Trump.

Entretanto, os guardas da Revolução dizem que os ataques iranianos de ontem à noite contra duas bases americanas no Iraque, vingam a morte do general Qassem Soleimani, morto sexta-feira em Bagdade pelos americanos.

O ayatolah Khameney, Guia supremo da República islâmica do Irão afirmou que o mais importante é que os Estados Unidos saiam da região. 

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