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Líbano

Violência policial durante revolta de manifestantes contra crise no Líbano

Revolta de manifestantes contra crise económica no Líbano
Revolta de manifestantes contra crise económica no Líbano REUTERS/Mohamed Azakir

Os libaneses continuam sem governo e a viver em crise social e económica com manifestações na capital do país, Beirute. Ontem à noite mais de 400  manifestantes foram feridos nos mais violentos confrontos com a polícia desde o início do protestos em outubro passado.

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As forças de segurança libanesas lançaram hoje em Beirute gás lacrimogéneo e canhões de água para dispersar manfestantes anti-governamentais um dia depois de confrontos duma rara violência que fizeram centenas de feridos.

Reforços do exército e da polícia anti-motim foram enviados para o centro da cidade onde os manifestantes se juntaram na avenida que leva à sede do parlamento perto da praça dos Mártires epicentro do movimento de protesto desencadeado a 17 de outubro contra uma classe política corrupta.

Pela segunda noite consecutiva gritando "revolução, revolução", manifestantes lançaram pedras e foguetes contra a polícia que bloqueava a avenida do parlamento.

Revolta de manifestantes contra crise económica no Líbano

Em 3 meses aumentou a revolta dos manifestantes que denunciam despedimentos, restrições bancárias drásticas e forte desvalorização da libra libanesa face ao dólar num país a viver uma grave crise económica. 

Nos confrontos de ontem a polícia deteve para interrogatório mais de 30 pessoas.

O observatório dos direitos humanos, "Human rights watch", considerou que não "se justificava a brutalidade da força policial contra os manifestantes que na sua maioria exerciam o seu direito de manifestação de maneira pacífica.

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