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Política/Estados Unidos/Israel

Plano de Trump afirma que Jerusalém é capital de Israel una e indivísivel

O Presidente dos Estados Unidos e o Primeiro-ministro de Israel, na Casa Branca, durante a  apresentação do plano de paz americano para o Médio-Oriente. 28 de Janeiro de 2020.
O Presidente dos Estados Unidos e o Primeiro-ministro de Israel, na Casa Branca, durante a apresentação do plano de paz americano para o Médio-Oriente. 28 de Janeiro de 2020. Captação d'ecrã/RFI

O Presidente Donald Trump,na presença do Primeiro-ministro de Israel Benyamin Netanyahu e membros da comunidade judaica americana, apresentou terça-feira em Washington o seu plano de paz para o Médio-Oriente.De acordo com o chefe de Estado americano, a maioria dos países árabes consideram que chegou o momento de concluir a paz e criar um Estado em que os palestinianos possam realizar as suas aspirações e viver na prosperidade.

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O plano de paz concebido por Jared Kushner, genro e conselheiro do Presidente Donald Trump, segundo este último é o mais ambicioso e visa pôr termo a instabilidade crónica que prevalece no Médio-Oriente.

Nodecurso da apresentação feita em Washington, Donald Trump afirmou que existe uma maioria de países árabes na região, favoráveis ao restabelecimento da paz e à criação de um Estado palestiniano, no qual os cidadãos possam realizar as suas aspirações.

Donald Trump sublinhou que no âmbito do plano de paz, a cidade de Jerusalém permanecerá a " capital indivisível" de Israel. Ora os Palestinianos desejam transformar Jerusalém-leste em capital do seu Estado. Jeruslém-leste foi ocupada por Israel em 1967 e posteriormente anexada.

Durante a sua intervenção,o Primeiro-ministro de Israel, Benyamin Netanyahu, destacou o apoio à Israel desde que Donald Trump assumiu a presidência dos Estados Unidos em 2016 e afirmou que os Palestinianos deverão reconhecer Israel como um Estado judeu.

No âmbito do plano de paz americano, os refugiados palestinianos espalhados pelo mundo,não terão o direito de regressar à sua terra natal, uma vez constituído o Estado palestiniano.

A decisão foi anunciada por Benyamin Netanyahu, no decurso da sua intervenção em Washington.

O Hamas, movimento islamista palestiniano, por intermédio de Khalil al-Hayya, rejeitou a proposta de paz israelo-americana, afirmando que os Palestinianos só aceitarão Jerusalém como capital do seu Estado.

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