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Mundo

Coronavírus: mais de mil mortos na China

A epidemia de coronavírus já fez mais vítimas mortais do que a epidemia de SARS, em 2002-2003.
A epidemia de coronavírus já fez mais vítimas mortais do que a epidemia de SARS, em 2002-2003. China Daily via REUTERS ATTENTION EDITORS

Coronavírus já tirou a vida a mais de mil pessoas na China. OMS fala em ameaça para o resto do mundo.

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As autoridades chinesas confirmaram, esta terça-feira, 1016 mortes no país devido ao mais recente vírus, que levou a que só nas últimas 24 horas perdessem a vida 100 pessoas.

Face aos mais de 42 mil infectados pelo coronavírus, o director-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyes, veio sublinhar, na abertura de uma conferência, em Genebra, sobre a epidemia, que "99% dos casos são na China, pelo que é um grande urgência para este país, mas constitui também uma ameaça para o resto do mundo".  

Para além do país asiático, o novo vírus já provocou um morto em Hong Kong e outro nas Filipinas, sendo que alastrou ainda ao território de Macau e a mais de duas dezenas de países, onde os casos de contágio superam os 350.

Os esforços para conter o víris, como em Macau, levou mesmo à escassez de máscaras de protecção, já que foram vendidas cerca de 10 milhões no período de duas semanas.

Face à situação a operadora de casinos na cidade, a Macau Sands China, doou esta terça-feira, meio milhão de máscaras ao Governo do território. 

Na Europa, onde também se registam vários casos de coronavírus, França e o Reino Unido detectaram situações de pessoas infectadas que não viajaram para o território chinês.

O director-geral da Organização Mundial de Saude (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus admite que “a detecção desse pequeno número de casos pode ser a faísca que se torna um incêndio maior. Mas, por enquanto, é apenas uma faísca”.

A situação do vírus no continente europeu motivou a marcação de uma reunião de urgência de ministros da Saúde dos países da União Europeia para quinta-feira, em Bruxelas. Já a Organização Mundial de Saúde (OMS) enviou uma equipa de especialistas para a China para acompanhar a evolução.

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