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Coronavírus: grupo guerrilheiro colombiano cessa-fogo

Bogotá, capital da Colômbia
Bogotá, capital da Colômbia © Good Free Photos

Na Colômbia, onde já se registaram mais de 700 casos de infecção por coronavírus, o Exército  de Libertação Nacional (ELN) anunciou um cessar-fogo "unilateral activo" durante todo o mês de abril devido à pandemia.

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O grupo guerrilheiro Exército  de Libertação Nacional (ELN), na Colômbia, anunciou no passado domingo um cessar-fogo de forma "unilateral" durante todo o mês de abril. Um "gesto humanitário", diz, devido à pandemia do coronavírus que já alastra pelo país.

Uma das razões que levaram o grupo guerrilheiro a esta declararão foi o apelo do secretário-geral da ONU, António Guterres, que na semana passada pediu um cessar-fogo mundial em todas os conflitos para ajudar a lidar com o novo coronavírus, segundo consta de um comunicado do ELN.

O ELN pediu ainda uma reunião aos representates do executivo colombiano do presidente Iván Duque para que, com os seus delegados de negociações, consigam um cessar-fogo mais amplo.

A última vez que o ELN fez um cessar-fogo unilateral foi na Páscoa do ano passado.

O grupo guerrilheiro já tinha iniciado negociações de paz com o governo colombiano anterior, em 2017, em Quito, mas no ano seguinte acabaram por ser transferidas para Havana, mas acabaram sem qualquer progresso.  

 Cristina Matias, artista plastica no país, em entrevista à RFI, diz não acreditar que, apesar do cessar-fogo devido à pandemia, tratar-se de uma paz duradoura devido às injustiças sociais que garante existirem no país.

 

Cristina Matias, artista plástica na Colômbia

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