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São Tomé e Príncipe/ OMS

COVID 19: OMS exclui cenário fatalista em São Tomé

Antonin Ray Mankele, representante da OMS em São Tomé e Príncipe.
Antonin Ray Mankele, representante da OMS em São Tomé e Príncipe. © OMS

São Tomé e Príncipe regista esta terça-feira, 30 de Junho, 713 casos de Covid-19 e 13 mortes. O representante da OMS no arquipélago, Antonin Ray Mankele, lembra que São Tomé e Príncipe entra amanhã numa segunda fase de retoma das actividades e descreve um cenário pouco " fatalista" no arquipélago.

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A Organização Mundial da Saúde afirmou esta segunda-feira que "o pior ainda está por vir" em relação à Covid-19, apontando a politização da pandemia como um factor de divisão aproveitado por um vírus "rápido".

O representante da OMS no arquipélago, Antonin Ray Mankele, lembra que São Tomé e Príncipe entra amanhã numa segunda fase de retoma das actividades. O cenário no arquipélago não é "assim tão fatalista", aponta o representante.

"Os poderes políticos estão a estruturar uma retoma progressiva em várias fases e amanhã, dia 1 de Julho, entraremos uma segunda fase. Esta retoma progressiva vai permitir amortecer o choque. Não estamos perante um cenário assim tão fatalista aqui em São Tomé e Príncipe", garante.

São Tomé e Prínicipe regista esta terça-feira, 30 de Junho, 713 casos de Covid-19 e 13 mortes. "A situação da Covid-19 atingiu fortemente as economias a nível mundial e um país com recursos limitados, como é o caso de São Tomé, sente ainda mais os impactos desta crise", descreve Antonin Ray Mankele. 

No entanto, o representante da OMS em São Tomé e Prínicipe, lembra que "o país tem capacidades de resiliência necessárias e ao trabalhar um pouco mais as questões sociais e sanitárias como também a economia é possível que o impacto não seja tão grande ao cenário que antecipávamos há alguns meses".

São Tomé e Príncipe inaugurou na semana passada um novo laboratório, com equipamentos, materiais e consumíveis oferecidos pela Organização Mundial de Saúde, para realizar testes PCR para rastreio ao Covid-19. 

A OMS reforçou a sua presença no arquipélago garantindo uma vigilância epidemiológica, permitiu a criação de uma estrutura para a realização de testes PCR para rastreio do vírus, manteve um apoio quanto à prevenção da infecção e acompanhamento dos casos.

A OMS teve ainda um papel preponderante quanto à mobilização, a nível local, de recursos humanos para auxiliar o trabalho do ministério da Saúde são-tomense.

"Estes esforços suplementares da OMS vieram auxiliar o ministério com vista a acelerar a preparação, assistência e resposta à epidemia", descreve.

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