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São Tomé e Príncipe

São Tomé e Príncipe: "não vai haver greve de professores"

Centro da cidade de São Tomé
Centro da cidade de São Tomé RFI/Miguel Martins

Em São Tomé e Príncipe o ano escolar arranca a 21 de Setembro e pairam rumores sobre uma eventual greve dos professores, dado que reivindicam a implementação do Estatuto de Carreira Docente, que lhes foi prometido após a greve em Outubro de 2013.  

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Aurélio Silva, presidente do Sindicato da Função Pública, alega que se trata de "meros rumores e que não haverá greve", embora reconhecendo que "o problema da educação é grave, é um problema de fundo...quem ousou, quem teve a acção humana, foi o actual ministro da educação (Olinto Daio) que convocou uma conferência nacional com todos os professores e abordou a situação real...a única coisa com a qual eu discordo como sindicalista que sou, é ele ter atribuido a culpa aos professores". 

Aurélio Silva considera ainda que "a greve de 2013 foi um fracasso...os professores não deveriam tê-la suspendido ao cabo de 10 dias, face aos 10% de aumento salarial propostos pelo governo, quando havia cerca de 70% de adesão".

Segundo este líder sindical o governo já assumiu compromissos quanto à implementação do Estatuto de Carreira Docente, também prometido em 2013 pelo que segundo ele "o inicio do ano lectivo não está comprometido...o que pode haver é um fracasso da parte dos sindicalistas, porque o momento não é oportuno para reivindicar nada, já que eles saem de um debate nacional, o ministro está neste momento a percorrer todos os distritos, a auscultar os professores, portanto a greve não tem qualquer razão de ser".

 

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