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São Tomé e Príncipe

São Tomé vítima de doenças modernas

As redes mosquiteiras, como aqui em Angolares, são um dos métodos de luta contra o paludismo em São Tomé e Príncipe
As redes mosquiteiras, como aqui em Angolares, são um dos métodos de luta contra o paludismo em São Tomé e Príncipe Miguel Martins/RFI

Em São Tomé e Príncipe a malária continua a ser uma das grandes preocupações em termos de morbilidade e mortalidade. Este ano o país registou um caso de óbito, no entanto as autoridades de saúde reconhecem os avanços e acreditam que vão alcançar os objetivos da OMS que pretende erradicar a doença até 2030.

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Apesar de o país ter registado avanços no combate à doença “o paludismo continua a ser umas das grandes preocupações em termos de morbilidade e mortalidade”, salienta Celso Matos, médico ortopedista do hospital central de São Tomé.

Em 2016 o país registou um caso morta, todavia em 2014 e 2015 não se verificou nehum caso de malária. Uma situação que deixa óptimista as autoridades sanitárias que acreditam conseguir alcançar a meta da Organização Mundial da Saúde que quer erradicar a doença em 2030

Doenças dos países desenvolvidos

Nos últimos anos o país começou a diagnosticar doenças não transmissíveis que são mais comuns nos países desenvolvidos, como e caso da diabetes, tensão arterial e doenças cardíacas. Segundo Celso Matos estas doenças podem estar associadas “muitas vezes ao consumo excessivo de álcool, mas podem ter repercussões em outras doenças como é o caso da tuberculose”.

O médico alerta para os casos consideráveis de tuberculose lembrando que se deve olhar melhor para tuberculose, que é uma das causas de mortalidade no país, e destaca igualmente os casos hepáticos.

Entrevista realizada por Liliana Henriques, enviada especial a São Tomé.

 

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