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São Tomé e Príncipe

Arranque da campanha eleitoral são-tomense

São Tomé. Imagem de arquivo.
São Tomé. Imagem de arquivo. Martin VAN DER BELEN / AFP

A campanha para as eleições legislativas, regionais e autárquicas de 7 de Outubro em São Tomé e Príncipe arrancou nas primeiras horas deste sábado.

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Arrancou à meia-noite a campanha para as eleições legislativas, autárquicas e regional da ilha do Príncipe. Na corrida estão sete forças políticas são-tomenses.

As atenções estão centradas nos partidos ADI, partido no poder, MLSTP-PSD, principal partido da oposição, e na coligação PCD-MDFM e UDD.

Neste primeiro dia da campanha o ambiente era tranquilo em diferentes locais do país, principalmente na capital em São Tomé.

Destacam-se duas concentrações de massas, nomeadamente do ADI, Acção Democrática Independente, na capital do pais e do MLSTP-PSD no sul da Ilha de São Tomé.

São sete forças políticas que estão na caça ao voto no círculo eleitoral nacional para às legislativas de 7 de Outubro próximo: Ação Democrática Independente (ADI), partido no poder Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe - Partido Social Democrata (MLSTP-PSD, principal partido da oposição), Partido de Todos os Santomenses (PTOS), Partido Força do Povo (PFP), Movimento Social Democrata-Partido os Verdes (MSD-PV), e o Movimento Cidadão Independentes.

À excepção de três forças políticas da Ilha do Príncipe, o Movimento Verde para o Desenvolvimento do Príncipe, a União para Mudança e Progresso do Príncipe e o MLSTP / PSD, todas outras forças politicas procuram sensibilizar o eleitorado do círculo nacional para o pleito eleitoral.

O Partido Acção Democrática Independente (ADI), o Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe - Partido Social Democrata (MLSTP/PSD) e a coligação formada pelo Partido da Convergência Democrática (PCD, (MDFM) e (UDD), afiguram-se como os prováveis vencedores das eleições.

Alguns países e organizações internacionais, nomeadamente, a União Europeia já garantiram a presença dos seus observadores para acompanharem o desenrolar das eleições.

Mais informação com o nosso correspondente em São Tomé e Príncipe, Máximino Carlos.

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