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SÃO TOMÉ E PRINCIPE/NIGÉRIA

Regresso de marinheiros a São Tomé

Navio Zaire da Marinha portuguesa participou nas buscas do navio santomense.
Navio Zaire da Marinha portuguesa participou nas buscas do navio santomense. Facebook da Marinha portuguesa

Estão  de   malas  feitas  para  São  Tomé os  dois  marinheiros  que  tinham  sido  raptados  no   navio  Rehoboth com  bandeira  do arquipélago  e  de  tripulação  maioritariamente    nigeriana.A  embarcação  foi  interceptada  pelos  piratas  no mar  da NigériaInformações   circulam  que  os  piratas  teriam exigido 100  mil  dólares pelo  resgate. 

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Maria Augusta Neto esposa de um marinheiros que se encontrava raptado , manifestou à reportagem da rfi a sua preocupação pelo sucedido.

Não se sabe em que condições os dois marinheiros santomenses foram resgatados.

O que se sabe apenas é que estão vivos e que os expedientes estão a ser feitos para que regressem a São Tomé e Príncipe.

As autoridades do IMAP (Instituto Marítimo e Portuário), desconhecem se os marinheiros foram libertados na base de um pagamento.

A Agência responsável pelo navio não avança nenhuma informação.

Os dois marinheiros encontravam-se ao bordo do navio nigeriano pertencente à agência de viagens Lomen Cristo.

No barco, segundo uma fonte, seguiam outros quatro marinheiros nigerianos.

Maria Augusta Neto, tinha o receio que o pior acontecesse com os referidos marinheiros: Há mais de duas semanas que se desconhecia o paradeiros dos marinheiros santomenses.

A guarda costeira santomense desenvolveu na altura todas as operações para localizar o navio com o apoio do navio Zaire da armada portuguesa que se encontra no país.

São Tomé e Principe está situada numa zona alvo de pirataria marítima.

Os piratas fazem algumas incursões às embarcações petrolíferas e de transporte de mercadorias exigindo avultados montantes em dinheiro para o resgaste.

Num período não muito longiquo há seis anos São Tomé e Principe foi surpreendido por ataques piratas contra uma embarcação durante a qual roubaram uma quantidade considerável de pescados e combustíveis, não descurando a violência que a tripulação foi exposta.

Outras embarcações foram alvo de pirataria como nos relata Maximino Carlos em São Tomé.

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