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São Tomé e Príncipe

Chegou abastecimento em combustível a São Tomé e Príncipe

Nos últimos dias, devido à escassez de combustível, os taxistas foram autorizados a abastecer-se apenas com 10 litros de gasolina e os motoqueiros, 5 litros.
Nos últimos dias, devido à escassez de combustível, os taxistas foram autorizados a abastecer-se apenas com 10 litros de gasolina e os motoqueiros, 5 litros. RFI/Liliana Henriques

Chegou a São Tomé e Príncipe o petroleiro angolano com um novo abastecimento, numa altura em que o país tem registado uma carência significativa de combustível, o que levou recentemente o governo a adoptar medidas para racionar o fornecimento dos taxistas e motoqueiros.

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O petroleiro proveniente de Angola transportando combustível atracou no pontão de Neves, a 27 quilómetros da cidade de São Tomé, onde se encontram os tanques de armazenamento de combustível da Empresa de Combustíveis e Óleos (ENCO). A descarga e depósito de combustível nos tanques e nos respectivos recipientes dos camiões cisternas serão imediatos para abastecer as gasolineiras que têm registado enchentes nos últimos dias.

A carência de combustível, essencialmente gasolina, fez com que o governo emitisse uma directiva para racionalizar o seu consumo nas bombas de combustível pelos taxistas e motoqueiros para evitar ondas maiores de contestação popular. O consumo de energia eléctrica nalgumas localidades, também ficou condicionado.

São Tomé e Príncipe, cujo operador ENCO tem uma dívida para com Angola superior a 180 milhões de Dólares no que se refere ao fornecimento de combustíveis, daí que Angola decidiu recentemente reduzir para o seu fornecimento para apenas um terço do que costumava disponibilizar, este país tendo por outro lado também confirmado a sua intenção de ceder a breve trecho a sua participação -maioritária- na Empresa são-tomense de Combustíveis e Óleos.

O governo são-tomense indicou todavia estar a chegar a um entendimento com a empresa angolana de combustível, a Sonangol, para evitar possíveis roturas numa altura em que refere, por outro lado, estar a apostar em energias limpas, alternativas às energias poluentes. A reabilitação e a construção de centrais hidroeléctricas e o aproveitamento de energias solar e eólica são metas definidas pelo governo para os próximos anos.

Mais pormenores com Maximino Carlos.

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