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Somália

Human Rights Watch (HRW), denuncia “implacável brutalidade” dos islamistas Shebab.

Os Shebab, milícias islamitas radicais aumentam cada vez mais o seu controle na Somália.
Os Shebab, milícias islamitas radicais aumentam cada vez mais o seu controle na Somália. Reuters/Mowliid Abdi
Texto por: RFI
2 min

O último relatório da ONG americana Human Rights Watch ( HRW), denuncia que as milícias radicais somalis dão provas de "uma implacável brutalidade" sobre a população das zonas que controlam. A milícia Shebab é acusada de maus tratos sobre as mulheres, entre os quais, amputações, chicotadas e execução de supostos traidores.

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O reino dos Shebab é de uma implacável brutalidade, segundo a HRW. A ordem moral imposta pelos radicais, custa muito sofrimento às populações, estima a ONG americana. Deste modo, aqueles que não respeitam o que os Shebab consideram ser a sharia (código de leis do islamismo) são submetidos a brutalidades, a humilhações e a castigos corporais por vezes violentos.

Os homens que não vão à mesquita, que não deixam crescer a barba, que jogam futebol ou que ouvem música ficam expostos a violentas represálias que podem ir desde chicotadas a amputações.
As mulheres que saem à rua sem o véu são por vezes maltratadas. Segundo a HRW , certos responsáveis locais perseguem, frequentemente, as mulheres para as impedir de ter contacto com os homens.

Os Shebab bombardeiam as zonas populosas, que estão sob o controlo do governo, a fim de atrair as represálias quer dos defensores do governo, quer das tropas da Missão da União Africana na Somália (AMISOM). Infelizmente, os contra-ataques da AMISOM nem sempre fazem a distinção entre alvos civis e alvos militares,denuncia a Human Rights Watch.

 
 

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