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ANGOLA/ESTADOS UNIDOS

Diplomacias angolana e norte-americana rubricam acordo de parceria especial

Os chefes das diplomacias de Angola e dos Estados Unidos, respectivamente Assunção dos Anjos e Hillary Clinton
Os chefes das diplomacias de Angola e dos Estados Unidos, respectivamente Assunção dos Anjos e Hillary Clinton Reuters/ Flickr
Texto por: Miguel Martins
2 min

Os chefes das diplomacias norte-americana, Hillary Clinton, e angolana, Assunção dos Anjos, rubricam nesta quinta-feira em Washington, nos Estados Unidos,  um acordo para a criação de uma comissão bilateral. Um órgão que se intitula "Diálogo de parceria estratégica".

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O ministro angolano das relações exteriores chegou ontem à capital norte-americana para uma visita cujo ponto alto é a assinatura na quinta-feira deste memorando de entendimento. Trata-se de um novo instrumento de cooperação que, de acordo com a representação diplomática deste país angolano em Washington, citado pela agência noticiosa portuguesa -Lusa-, deveria promover novos meios de diálogo para o incremento das relações bilaterais.

Antes da cerimónia da assinatura do protocolo os chefes das diplomacias norte-americana e angolana mantêm uma reunião bilateral.

Assunção dos Anjos, o ministro angolano do sector, avista-se também com Michelle Gavin, directora do Conselho de segurança nacional na Casa Branca.

A terminar o dia uma recepção de comemoração da assinatura do protocolo deve decorrer na Embaixada de Angola, contando também com a presença da secretária adjunta norte-americana para os assuntos africanos, Susan Page.

A comissão bilateral americano-angolana tem já dois grupos de trabalho operacionais, para a segurança regional e energia, devendo também interessar-se a breve trecho pela agricultura, bem como pelos transportes e infraestruturas.

Deste encontro de Washington deve sair uma agenda de trabalhos que se deverá reunir anualmente, um órgão presidido pelos ministros de negócios estrangeiros de ambos os países.

Os Estados Unidos têm já uma forte presença em Angola, nomeadamente, no sector petrolífero, e apostariam agora em diversificar ainda mais a sua implantação.

A embaixada angolana nos Estados Unidos admite, mesmo, que gostaria que o presidente americano, Barack Obama, de deslocasse a Luanda, mas até ao momento nenhuma data foi avançada.

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