Guiné-Bissau / União Europeia

Acordo da Guiné-Bissau para a presença de uma força de estabilização internacional no país

Missão da União Europeia na Guiné-Bissau
Missão da União Europeia na Guiné-Bissau www.consilium.europa.eu

A Guiné Bissau deu o seu acordo para a entrada de uma missão de estabilização internacional no país e o primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior foi a Bruxelas dar a notícia em primeira mão ao presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, que garantiu seu apoio.

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Durão Barroso defendeu a presença de um força de estabilização formada por parceiros africanos, considerando-a importante para o restabelecimento da "confiança internacional" no país. Carlos Gomes Júnior, por sua vez, indicou que o presidente da Guiné-Bissau, Malam Bacai Sanhá, endereçou uma carta à CEDEAO (Comunidade dos Países da África Ocidental) e à CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) convidando estes parceiros a integrarem essa força de estabilização.

Carlos Gomes Júnior, primeiro ministro da Guiné-Bissau.

 Por seu lado, o presidente da Comissão Europeia Durão Barroso fez votos para que o envio se concretize.

Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia.

 O encontro foi dominado pelas questões de segurança do país e das reformas que Bissau precisa fazer para continuar a receber o apoio da União Europeia.
Carlos Gomes Júnior disse ainda esperar que a missão de estabilização ajude o país a ter "forças armadas que obedeçam ao poder político" e forças de segurança que assegurem efetivamente a "segurança interna e externa para combater o crime organizado e o narcotráfico".

Com a colaboração da nossa correspondente em Bruxelas, Célia Azevedo
 

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