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Costa do Marfim

A complicada missão de Thabo Mbeki na Costa do Marfim

Thabo Mbeki, ex-presidente sul-africano, a 25 de outubro de 2010.
Thabo Mbeki, ex-presidente sul-africano, a 25 de outubro de 2010. AFP/Ashraf Shazly
Texto por: RFI
2 min

Thabo Mbeki, ex presidente sul-africano, enviado pela União Africana, chegou esta manhã a Abidjan, na Costa do Marfim, para tentar uma mediação e encontrar uma solução legítima e pacífica para a crise. Uma crise política que resultou da segunda volta da eleição presidencial.

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Thabo Mbeki tem uma tarefa que para já se anuncia particularmente complicada uma vez que, após o anuncio dos resultados da segunda volta da eleição presidencial, cada um dos protagonistas se auto-proclamou presidente.

Laurent Gbagbo, presidente cessante foi proclamado vencedor pelo Conselho constitucional e prestou juramento ontem, sábado, para um novo mandato. A maioria dos diplomatas boicotou a cerimónia com a excepção de Angola e Líbano – os dois países representados.

Alassane Ouattara, designado vencedor pela Comissão eleitoral independente, entregou, quanto a ele, um juramento escrito. Tem o apoio das Nações Unidas, da União africana, da União europeia, dos Estados Unidos e nomeadamente da França.

Assim que chegou à Costa do Marfim, Thabo Mbeki foir recebido por Laurent Gagbo. “Queremos ouvir todos os pontos de vista antes de podermos fazer a mínima recomendação”, limitou-se a declarar, com muita prudência, Thabo Mbeki, após o encontro.
Alassane Ouattara quer entrentanto que Thabo Mbeki “peça a Laurent Gbagbo para que não se agarre ao poder”.
Fontes sul-africanas indicam que a visita do antigo presidente deverá durar menos de 24 horas.

 

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