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Guiné-Bissau

Cimeira da CEDEAO sobre o Mali e a Guiné-Bissau

Guiné-Bissau
Guiné-Bissau Reuters
Texto por: Liliana Henriques
4 min

Os Chefes de Estado da CEDEAO, Comunidade de Estados da África Ocidental têm estado reunidos esta Sexta-feira na capital da Costa de Marfim no intuito de analisar a situação do Mali bem como da Guiné-Bissau, após os seus respectivos golpes de Estado.

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No respeitante ao Mali, o objectivo dos participantes é evitar o aprofundar do impasse vigente no terreno, com o norte do país crescentemente sob a alçada de grupos islamitas radicais. Na mesa das conversações está designadamente a hipótese do envio de uma força de interposição de cerca 3300 homens. Para tal, a CEDEAO bem como a União Africana necessitariam do apoio da comunidade internacional, nomeadamente de um auxílio logístico dos Estados Unidos e da França.

O outro prato forte desta cimeira regional, a Guiné-Bissau que viveu um golpe de Estado no passado dia 12 de Abril, está também a merecer a atenção dos dirigentes regionais. O Presidente de Transição da Guiné-Bissau, Serifo Nhamadjo, bem como o seu Ministro dos Negócios Estrangeiros, Faustino Imbali, deslocaram-se à Costa de Marfim nesse âmbito com o objectivo de obter, uma vez mais, o apoio dos seus parceiros ao processo de transição que estão a encaminhar no país.

Na óptica de Fafali Kudawo, Reitor da Universidade "Colinas do Boé" em Bissau, a cimeira da CEDEAO não deverá oferecer surpresas quanto à situação vigente na Guiné-Bissau, este sendo a seu ver um encontro de confirmação dos acordos passados entre as autoridades de transição e a organização regional.

Fafali Kudawo

 

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