MOÇAMBIQUE

Moçambique: Conversações entre governo e Renamo inconclusivas

Armando Guebuza (D) sera de nouveau face à son rival de la Renamo, Afonso Dhlakama (G), lors de la présidentielle, mercredi 28 octobre 2009.
Armando Guebuza (D) sera de nouveau face à son rival de la Renamo, Afonso Dhlakama (G), lors de la présidentielle, mercredi 28 octobre 2009. Reuters

Renamo exige mediadores internacionais ou nacionais para negociar com o governo moçambicano. Executivo tomou nota mas quer mais precisões até esta sexta-feira.

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Após várias horas de negociações, o governo moçambicano e a Renamo não chegaram a acordo nesta quinta-feira. O chefe da delegação do maior partido da oposição, Saimone Macuiane, quer "a aceitação de facilitadores nacionais" para mediar as conversações. Já o líder da delegação governamental, José Pacheco, adiantou que "qualquer resposta do governo passa por saber exactamente os termos de referência do âmbito da actuação dos facilitadores internacionais e nacionais" até amanhã. Declarações recolhidas por Orfeu Lisboa, correspondente em Maputo.

Saimone Macuiane, chefe da delegação da Renamo

José Pacheco, chefe da delegação governamental

Antes da apresentação de uma agenda para as negociações, a Renamo impôs como condição a libertação de ex-guerrilheiros detidos em Muxungué, Gôndola e Nampula. Em segundo lugar, foi reclamada a retirada da polícia antimotim e de militares das Forças Armadas da região da Gorongosa, onde reside o líder do partido, Afonso Dhlakama.

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