Guiné-Bissau

Refugiados na sede da UE em Bissau regressaram a casa

Delegação da União Europeia em Bissau
Delegação da União Europeia em Bissau DR

Dois dirigentes políticos guineenses que estavam refugiados na sede da União Europeia em Bissau, há sete meses, deixaram hoje o local. Nestas instalações continua o general Melciades Gomes Fernandes, conhecido por General Manel Mina. Os dois políticos abandonaram a sede por "razões humanitárias".

Publicidade

Saíram assim da sede da União Europeia, Tomás Barbosa, secretário de Estado do Ambiente no Governo deposto no golpe de Estado de 12 de Abril de 2012, e Ibraima Sow, antigo ministro da Educação e líder do Partido Popular da Guiné-Bissau.

Os três responsáveis guineenses refugiaram-se em Outubro do ano passado, na sequência do ataque ao quartel dos para-comandos, por um grupo de militares. Na versão das autoridades, estas pessoas estariam em conluio com os militares na preparação de um golpe de Estado.

Joaquim Gonzalez Ducay, embaixador da União Europeia em Bissau, fala num dia feliz.

Joaquim Gonzalez Ducay

As declarações foram recolhidas pelo nosso correspondente na capital guineense, Mussá Baldé, que também ouviu Ibraima Sow, antigo ministro da Educação e líder do Partido Popular da Guiné-Bissau, que agradeceu o esforço feito por todas as instituições.

Ibraima Sow

De acordo com Fernando Vaz, porta-voz do Governo de transição da Guiné-Bissau, as condições de segurança para os dois políticos estão garantidas.

Fernando Vaz

NewsletterReceba a newsletter diária RFI: noticiários, reportagens, entrevistas, análises, perfis, emissões, programas.