Guiné Bissau

Presidente guineense Nhamadjo obrigado a alargar a mais partidos governo inclusivo

José Ramos-Horta, representante da ONU na Guiné-Bissau
José Ramos-Horta, representante da ONU na Guiné-Bissau Martin H. / Wikipédia

Ainda não foi dessa que a Guiné Bissau teve o tão propalado governo de inclusão, porque partidos que apoiaram golpistas exigem também a sua participação.

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Vários partidos guineenses que apoiaram o golpe militar de abril passado, foram ontem recebidos em Bissau, pelo Presidente Serifo Nhamadjo, a quem foram dizer que não estão de acordo com o anunciado governo de inclusão entre o PAIGC e o PRS, sublinhando que querem fazer parte também da equipa governamental.

 

Agnelo Regala, líder da União para a Mudança, um desses partidos presentes no encontro com o Presidente de transição, declarou à imprensa, que o importante é ter um "governo de inclusão competente, capaz de gerir este processo de transição".

 

A nível internacional, o representante do secretário geral da ONU, em Bissau, Ramos Horta, declarou estar satisfeito com a abertura do Presidente Serifo Nhmadjo, em relação aos outros partidos guineenses.

 

De Bissau, o nosso correspondente,  Mussá Baldé.

 

 

Mussá Baldé, correspondente em Bissau

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