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Angola

Responsável da FAO Angola nas zonas afectadas pela seca

Segundo Dom Pio Hipunhaty, serà necessária uma ajuda de vários meses, até à próxima colheita em Maio do ano que vem.
Segundo Dom Pio Hipunhaty, serà necessária uma ajuda de vários meses, até à próxima colheita em Maio do ano que vem. gscf.fr
Texto por: Liliana Henriques
4 min

Mamadou Diallo, representante da FAO em Angola tem efectuado visitas nas províncias do centro e sul de Angola no intuito de avaliar as necessidades do mais de um milhão de pessoas afectadas pelos efeitos da seca naquelas zonas do país.

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Há já alguns meses que as províncias do Huambo, Benguela, Kuando Kubango, Huíla, Namibe e Cunene atravessam grandes dificuldades, dificuldades para as quais aliás diversas vozes na Igreja têm tecido alertas sucessivos.

Apesar do governo e de diferentes entidades entre as quais a CARITAS Angola estarem há várias semanas a fornecer ajuda às vítimas da seca, esta ajuda não é considerada suficiente, daí que a FAO se encontre na perspectiva de dar o seu contributo para completar os programas de ajuda em curso nas zonas sinistradas.

Ao lançar um apelo para uma ajuda urgente na zona onde se encontra, Dom Pio Hipunhaty, Bispo da Diocese de Ondjiva, no Cunene, refere que só naquela província, são quinhentas mil pessoas que estão em situação de desnutrição, um número significativo de famílias tendo-se visto na obrigação de abandonar as suas aldeias para procurar lugares onde consigam sobreviver.

Dom Pio Hipunhaty, Bispo da Diocese de Ondjiva na província do Cunene

 

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