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Guiné-Bissau

Guiné-Bissau também assinala "Eid al-Adha"

Mundo muçulmano assinala "Eid al-Adha"
Mundo muçulmano assinala "Eid al-Adha" AFP/Georges Gobet
Texto por: RFI
4 min

Polémica e divisão têm marcado as celebrações da festa do sacrifício "Eid al-Adha", conhecido também na África Ocidental como Tabaski. Um estado de espírito que se distancia deste período que devia ser de harmonia entre os fiéis muçulmanos.

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A história repete-se à imagem do que aconteceu durante os festejos do Ramadão. Mais uma vez os muçulmanos estão de costas voltadas, desta vez quanto ao dia da celebração da festa do sacríficio "Eid al-Adha". A prová-lo está o facto de uns o terem feito no dia de ontem e outros, a grande maioria dos muçulmanos, decidiram fazê-lo hoje.

A confusão foi tal que o governo de transição da Guiné-Bissau só à última hora decidiu decretar feriado nacional no país, mas para o dia de quarta-feira. Na base da polémica está o desentendimento dos líderes religiosos quanto ao aparecimento da lua nova, uma vez que a lua é o astro que orienta o calendário muçulmano. 

A festa do sacrifício "Eid al-Adha é a mais importante data dos fiéis muçulmanos e é comemorada no último dia da peregrinação a Meca e consiste na oferta de um sacrifício animal (um cordeiro, uma vaca ou mesmo um camelo) e simboliza um acto de gratidão para com Deus por ter salvo a vida de Ismael, filho de Abraão.

Mais pormenores com o nosso correspondente em Bissau, Mussá Baldé.

Correspondência da Guiné-Bissau

 

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