Guiné-Bissau

Guiné-Bissau readmitida na União Africana

Ovídeo Pequeno, representante da União Africana na Guiné-Bissau
Ovídeo Pequeno, representante da União Africana na Guiné-Bissau Neidy Ribeiro/RFI

A Guiné-Bissau foi esta quarta-feira (18/02) readmitida na União Africana, instituição que suspendeu o país na sequência do golpe de estado militar de 12 de Abril de 2012.

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O diplomata são-tomense Ovídeo Pequeno, representante da União Africana na Guiné-Bissau, confirmou hoje (19/06) a readmissão da Guiné-Bissau na UA e apelou os outros parceiros internacionais a levantarem as sanções impostas ao país, que está a regressar à normalidade constitucional, após a realização de eleições "livres, justas e credíveis" em Abril e Maio passados, que deram a vitória ao PAIGC.

O futuro primeiro-ministro será Domingos Simões Pereira e o Presidente José Mário Vaz, ambos do PAIGC, que assim poderão participar na cimeira de Chefes de Estado e de governo da UA a ter lugar entre 26 e 27 de Junho em Malabo, na Guiné Equatorial.

Com efeito, Ovídeo Pequeno disse hoje que "a União Africana convida a Guiné-Bissau a retomar imediatamente a sua participação nas actividades da UA".

Por sua vez o representante do secretário-geral da ONU no país, o ex Presidente timorense José Ramos Horta, iniciou hoje a sua ronda de despedidas oficiais, tendo começado pelas chefias militares e garantiu que "nem os politicos, nem os militares, ninguém constitui mais problema na Guiné-Bissau".

Mais pormenores com o nosso correspondente em Bissau Mussá Baldé

Correspondência da Guiné-Bissau

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