SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

ADI promete governar só em São Tomé e Príncipe

Patrice Trovoada, aqui na campanha para as eleições presidenciais de 2011
Patrice Trovoada, aqui na campanha para as eleições presidenciais de 2011 Miguel Martins/RFI

Depois da confirmação nesta quinta-feira da maioria absoluta inédita obtida na ADI nas eleições legislativas de 12 de Outubro o seu líder garante que não vai fazer nenhuma coligação para viabilizar o futuro governo são-tomense. Patrice Trovoada apela ao executivo cessante para que não vá além da gestão dos assuntos correntes e promete ver quanto antes com o parlamento actual a forma de agilizar a tomada de posse da futura Assembleia nacional.

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A legislação são-tomense prevê um prazo de 30 dias para a tomada de posse do novo parlamento do arquipélago.

Aquele que foi primeiro-ministro até 2012, altura em que foi exonerado por decreto presidencial com o seu partido a cair no parlamento na sequência de uma moção de censura, volta agora às lides governativas com um conforto bem maior já que desta feita arrecadou 33 dos 55 mandatos na Assembleia.

Patrice Trovoada prometeu dialogar com todos os actores políticos.

É público e notório, porém, o difícil relacionamento mantido com o chefe de Estado, Manuel Pinto da Costa. Este último é uma figura oriunda do MLSTP-PSD, partido histórico, que acabou por conseguir, com os seus aliados, substituir o governo minoritário da ADI até esta reviravolta eleitoral.

Maximino Carlos, correspondente em São Tomé, dá-nos conta das linhas principais da conferência de imprensa de Patrice Trovoada.

Correspondência de São Tomé

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