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Moçambique

Moçambique : Afonso Dhlakama diz que "não vai haver guerra iniciada pela Renamo"

Afonso Dhlakama, líder da Renamo
Afonso Dhlakama, líder da Renamo Gianluigi Guercia/AFP
Texto por: RFI
5 min

O líder da Renamo, o maior partido da oposição, Afonso Dhlakama reuniu-se no município de Quelimane com os mediadores Dom Dinis Singulane e o Padre Couto.

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Após uma semana marcada pela tomada de posse do novo governo moçambicano apesar das exigências da Renamo que continua a não reconhecer os resultados das últimas eleições de 15 de Outubro, deocrreu hoje um encontro com a missão garantir um diálogo entre o novo executivo moçambicano e o principal partido de oposição no que diz respeito a um governo de gestão, solicitado pela Renamo.

O seu líder Afonso Dhlakama deu conta das suas preocupações que começam, segundo ele, "da votação e comissão nacional de eleições, do conselho constitucional até à tomada de posse do Nyusi à formação do governo dele. Eles são mediadores, se estivéssemos a falar com o Nyusi, com a Frelimo... eles ouviram e tomaram nota vão levar assim como traziam as conversas que tiveram com o Nyusi e o Guebuza. É o papel de mediador ouvir aqui e aconselhar. Posso dizer, de facto, que o encontro para mim foi bom porque entenderam as razões da Renamo. Eu pude dizer que não, não vai haver guerra iniciada pela Renamo. O acordo de 5 de Setembro está sendo violado porque nada está a ser implementado".

Afonso Dhlakama, líder da Renamo

Por seu turno, o Bispo Emérito da Igreja Anglicana de Moçambique, Dom Dinis Sengulane, garantiu que foi chamado, como um dos mediadores entre o governo e a Renamo, porque "há uma mudança no cenário e, por isso, era preciso saber qual é o sentimento, quais os passos que devemos tomar. A nossa missão de hora em diante, é fazer chegar na devida altura uma reflexão destes três encontros importantes que tivemos".

Dom Dinis Sengulane, Bispo Emérito da Igreja Anglicana de Moçambique

 

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