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EUA/Cleveland

Casa do sequestrador de Cleveland é demolida

Uma escavadeira hidráulica é usada para demolir a casa onde três jovens mulheres permanceream presas e foram estupradas por uma década por Ariel Castro, em Cleveland, nos Estados Unidos. A demolição começou nesta quarta-feira, 7 de agosto de 2013.
Uma escavadeira hidráulica é usada para demolir a casa onde três jovens mulheres permanceream presas e foram estupradas por uma década por Ariel Castro, em Cleveland, nos Estados Unidos. A demolição começou nesta quarta-feira, 7 de agosto de 2013. REUTERS/Kim Palmer
Texto por: RFI
2 min

A casa em Cleveland onde Ariel Castro manteve três mulheres como prisioneiras durante 10 anos foi demolida nesta quarta-feira. Uma das reféns, Michelle Knight, 32 anos, acompanhou o trabalho dos operários que, com a ajuda de uma escavadeira, reduziram o local a escombros.

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Condenado à prisão perpétua na semana passada, Ariel Castro manteve em cativeiro Michelle Knight, 32 anos, Amanda Berry, 27, e Gina DeJesus, 23, durante dez anos. Elas foram sequestradas entre 2002 e 2004, quando tinham, respectivamente, 20, 16 e 14 anos. Na "casa do horror", como ficou conhecido o local, elas foram agredidas e estupradas diversas vezes. Um crime que causou uma comoção nacional.

O ex-motorista de ônibus se declarou culpado para escapar da pena de morte. Além dos estupros, ele também foi condenado por homicídio com agravante, já que obrigou uma de suas reféns a interromper a gravidez. Durante o julgamento ele disse que "não era um monstro", apenas estava "doente."

Michelle Knight, uma das vítimas, acompanhou a demolição da casa ao lado de uma pequena multidão que aplaudia a cena. "Eu me sinto aliviada quando vejo que tantas pessoas me consideram como um herói e um modelo. Adoraria que isso continuasse assim", declarou. Quando foi sequestrada, Michelle já era mãe de um menino. No dia em que Ariel Castro foi condenado, ela teve a coragem de ler uma carta em pleno tribunal, onde declara que " o calvário do sequestrador estava apenas começando."

Uma das outras garotas, Amanda Berry, teve uma filha, Jocelyn, no cativeiro. O parto teria sido realizado por Michelle. A menina tinha seis anos quando foi libertada com as outras vítimas. Um teste de DNA confirmou que Ariel Castro era seu pai. Ele foi preso no início de maio depois que Amanda Berry conseguiu fugir, ajudada por um vizinho.
 

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