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Brasil/Estados Unidos

Barack Obama parabeniza Dilma pela reeleição

O presidente Barack Obama parabenizou Dilma e disse que vai "reforçar" as relações bilaterais com o Brasil
O presidente Barack Obama parabenizou Dilma e disse que vai "reforçar" as relações bilaterais com o Brasil (Foto: Reuters)
Texto por: RFI
2 min

O presidente americano Barack Obama parabenizou a presidente brasileira Dilma Rousseff nesta segunda-feira (27) pela sua vitória nas eleições. Em um comunicado transmitido pela Casa Branca, ele pediu que as relações bilaterais sejam reforçadas, já que o Brasil é um "importante parceiro dos Estados Unidos."

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De acordo com a Casa Branca, o presidente americano telefonará para Dilma nos próximos dias para parabenizá-la diretamente. Ele também pretende discutir com ela meios de "reforçar a colaboração para a segurança mundial e o respeito aos direitos humanos." O chefe de Estado americano ainda acrescentou que deseja reforçar a cooperação bilateral em setores como a educação, a energia e o comércio.

A declaração pode ajudar a acalmar a Bolsa de São Paulo, que abriu em queda de mais de 6%. A reação dos mercados, explicou o chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito, é normal antes do anúncio do ministro da Fazenda que substituirá Guido Mantega. Além disso, a eleição de Dilma desagrada os setores mais liberais e o empresariado: os investidores criticam a política intervencionista do governo, que freia o crescimento e a competividade e teria levado o país à recessão no primeiro semestre.

Relações entre Dilma e Obama estão estremecidas desde o caso Snowden

Neste contexto, o apoio de Barack Obama é determinante para redinamizar a economia. O presidente americano, inclusive, pretende convidar Dilma para uma nova visita oficial, depois do cancelamento de sua viagem em outubro de 2013. A presidente brasileira seria recebida com honras de chefe de Estado – um privilégio para poucos - mas anulou o compromisso em protesto às denúncias feitas pelo ex-agente da CIA, Edward Snowden.

O técnico em Informática revelou a existência de um programa mundial de monitoramento eletrônico e telefônico mantido pela NSA, a agência americana de segurança. A coleta de dados atingiu, além de internautas no mundo todo, chefes de estado de diversos países. Entre eles, a chanceler Angela Merkel e a própria presidente Dilma Rousseff. Indignada, ela pronunciou um discurso na abertura da Assembleia Geral da ONU em 2013, denunciando a espionagem americana e salientando que ela feria “a soberania e o direito internacional.”
 

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