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Prisioneiros/Coreia do Norte

Dois americanos são libertados da Coreia do Norte e retornam aos Estados Unidos

O americano Matthew Miller (centro) estava preso desde abril na Coreia do Norte, condenado por espionagem.
O americano Matthew Miller (centro) estava preso desde abril na Coreia do Norte, condenado por espionagem. REUTERS/KCNA
Texto por: RFI
3 min

Dois americanos, mantidos prisioneiros pelo regime da Coreia do Norte há vários meses, foram libertados neste sábado (8). Durante a detenção, Kenneth Bae e Matthew Todd Miller foram submetidos a duras penas de trabalhos forçados. De acordo com Washington, eles eram os últimos americanos presos por Pyongyang e já estão a caminho dos Estados Unidos.

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A libertação dos dois americanos foi obtida graças ao sucesso de uma missão secreta em Pyongyang, coordenada pelo diretor nacional do Serviço de Inteligência dos Estados Unidos, James Clapper. De acordo com o Departamento de Estado americano, ele foi o responsável pelas negociações com o regime da Coreia do Norte para a libertação de Bae e Miller.

O presidente americano Barack Obama se disse grato à Coreia do Norte e aos esforços de Clapper. “É um dia maravilhoso para eles [Bae e Miller] e suas famílias”, declarou o chefe de Estado na Casa Branca. “Estamos agradecidos pelo fato de que eles podem voltar para casa sãos e salvos”, completou.

Prisioneiros

O missionário Kenneth Bae, de 42 anos, americano de origem sul-coreana, estava preso desde novembro de 2012 e recebeu a pena de 15 anos de trabalhos forçados em abril de 2013. Ele foi acusado de ter intenções de derrubar o governo da Coreia do Norte.

Mathew Todd Miller, de 24 anos, foi detido em abril, depois de rasgar seu passaporte no aeroporto e pedir asilo ao regime norte-coreano. Ele recebeu a pena de seis anos de trabalho forçado por espionagem.

Segundo Washington, Bae e Miller eram os últimos prisioneiros americanos do governo de Pyongyang. Há menos de três semanas, outro cidadão americano preso pelo regime norte-coreano, Jeffrey Fowle, também foi libertado. Ele viajou à Coreia do Norte em abril e ficou cinco meses detido, sob a acusação de ter deixado uma bíblia em um hotel.

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