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Grupo Estado Islâmico reivindica autoria do massacre de Orlando

Policiais se mobilizaram para tentar salvar os reféns
Policiais se mobilizaram para tentar salvar os reféns Getty Images/AFP GERARDO MORA
Texto por: RFI
3 min

O grupo jihadista Estado Islâmico (EI) reivindicou a autoria do atentado contra a boate gay Pulse, em Orlando (EUA), que deixou 50 mortos e 53 feridos neste domingo (12). A reivindicação foi publicada pela agência de notícias Amaq, simpatizante do grupo.

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O suspeito do massacre, o americano de origem afegã Omar Mateen, expressou sua lealdade ao EI em um telefonema para o número 911 pouco antes do ataque, segundo a imprensa americana.

A emissora CNN entrevistou um funcionário americano que declarou que "o FBI imediatamente acreditou que era um ataque islamita, por causa dessa chamada".

"Sabemos que ele era alvo de uma investigação, ao menos no passado. Não estava no centro dessas investigações, mas era suspeito de ter vínculos com os radicais islâmicos e simpatia com a ideologia radical islâmica", declarou a fonte à CNN.

Obama e papa Francisco se expressam

Os Estados Unidos amanheceram em choque diante do pior tiroteio de sua história. O presidente americano, Barack Obama, condenou, o "terror e ódio" do tiroteio. "Sabemos o suficiente para dizer que isso foi um ato de terror e de ódio", afirmou ao ler um breve comunicado na Casa Branca, acrescentando que o crime "não pode mudar o que somos".

O presidente ordenou que as bandeiras americanas sejam hasteadas a meio pau em todos os prédios públicos federais, em homenagem aos 50 mortos e 53 feridos, vítimas desse ataque.

O Papa Francisco expressou sua condenação ao "ódio sem sentido" do assassino. "O terrível massacre que ocorreu em Orlando, que causou a morte de várias vítimas inocentes, suscitou no Papa Francisco e em cada um de nós sentimentos muito profundos de repulsa e condenação, de dor, de confusão frente a essa nova manifestação de uma loucura assassina e de um ódio sem sentido", informou seu porta-voz, o padre Federico Lombardi.

O porta-voz desejou também que "as causas dessa violência horrível e absurda, que altera profundamente o desejo de paz do povo americano e de toda a humanidade, possam ser combatidas eficazmente e o mais rápido possível".

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