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Equador/eleições

Eleitores vão às urnas no Equador para escolher novo presidente

Les électeurs équatoriens choisiront ce dimanche 2 avril entre Lenin Moreno, successeur de Rafael Correa, et Guillermo Lasso.
Les électeurs équatoriens choisiront ce dimanche 2 avril entre Lenin Moreno, successeur de Rafael Correa, et Guillermo Lasso. RODRIGO BUENDIA / AFP
Texto por: RFI
2 min

Mais de 12,8 milhões de eleitores vão às urnas neste domingo (2) escolher o novo presidente do Equador. A disputa promete ser acirrada entre os candidatos Lenin Moreno, do movimento AP (Aliança País), e ex-vice presidente do atual chefe de Estado socialista, Rafael Correa, e o banqueiro Guilhermo Lasso, que disputam o segundo turno da eleição presidencial no país.

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No primeiro turno, Moreno e Lasso tiveram respectivamente 39,36% e 28,09% dos votos, mas agora eles estariam praticamente empatados -Moreno teria uma ligeira vantagem. As pesquisas eleitorais não foram oficialmente divulgadas, já que a lei proíbe a publicação de sondagens até dez dias antes das eleições.

De qualquer forma, a opção dos eleitores será entre dar continuidade à política socialista de Correa, ou, a exemplo de outros países do continente, como o Brasil, optar por uma guinada à direita.

O candidato Lasso, 61 anos, denuncia com frequência a “ditadura” do economista Rafael Correa, citando como exemplo a situação política na Venezuela. Ele já tem uma experiência política, tendo sido nomeado ministro da Economia em 1999 e governador da província de Guayas. Entre suas promessas está a extinção de 14 impostos e a criação de um milhão de empregos.

Apoio das classes populares

Já Moreno, 64 anos, baseia seu discurso na luta contra a corrupção. Vice-presidente de Rafael Correa entre 2007 e 2013, ele adota um tom revolucionário e diz que o povo tem a escolha entre “deixar o país nas mãos de alguns privilegiados ou eleger um governo para todos”. Moreno, que quase foi eleito no primeiro turno, conta com o apoio das classes populares, que beneficiaram das políticas sociais implantadas nos últimos dez anos pelo governo socialista.
 

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