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Trump/serviço secreto

Custos com proteção de família Trump esvaziam caixa de serviço secreto

A família Trump, em janeiro de 2017.
A família Trump, em janeiro de 2017. REUTERS/Mike Sega
2 min

O Serviço Secreto dos Estados Unidos enfrenta uma crise de liquidez pelos altos custos de proteção do presidente Donald Trump, suas várias casas e sua grande família. Randolph "Tex" Alles, chefe do órgão, declarou ao jornal USA Today que mais de mil agentes já chegaram a seu limite anual de salário e horas extras devido à carga de trabalho.

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Trump viaja praticamente todo fim de semana para suas casas na Flórida, Nova Jersey e Virgínia. Além disso, o Serviço Secreto dá proteção a seus filhos adultos em viagens de negócio e férias. No total, 42 pessoas de seu governo têm proteção especial, incluindo 18 membros de sua família. Durante a administração Obama, 31 pessoas recebiam o tratamento diferenciado.

“O presidente tem uma família grande e nossa responsabilidade está definida por lei”, disse Alles em entrevista publicada nesta segunda-feira (21), pelo USA Today. “Não posso mudar isso, não tenho flexibilidade”.

Os gastos da família Trump também são tema de petição online, como a que pede que Melania Trump deixe Nova York para se instalar em Washington e assim diminuir os custos de proteção.

Aumento de salário urgente

Paralelamente, Alles iniciou discussões com legisladores para tentar aumentar a remuneração dos agentes, de US$ 160 mil por ano para US$ 187 mil, pelo menos para o primeiro mandato de Trump.

Em setembro, cerca de 150 presidentes e líderes estrangeiros se reúnem em Nova York para a Assembleia Geral da ONU, evento que deverá intensificar as demandas para o serviço secreto americano.

  

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