Leão de Ouro

Sofia Coppola ganha o prêmio de melhor filme no Festival de Veneza

Sophia Coppola (no meio) durante a apresentação de "Somewhere" no Festival de Veneza.
Sophia Coppola (no meio) durante a apresentação de "Somewhere" no Festival de Veneza. REUTERS

Diretora americana leva o Leão de Ouro por seu filme "Somewhere". Este é o prêmio máximo do Festival de Veneza, um dos mais importantes do mundo, ao lado de Cannes e Berlim.

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A decisão do júri do Festival de Veneza, na noite deste sábado, foi considerada uma surpresa. O anúncio da escolha do filme "Somewhere", de Sofia Coppola, como ganhador do Leão de Ouro teve vaias na sala de imprensa, de onde os jornalistas acompanhavam a premiação.

Este é o quarto filme de Coppola, filha do também diretor Francis Ford. Protagonizado por Stephen Dorff, ele conta a história de uma estrela de Hollywood que se desliga do mundo abusando de álcool, drogas e relacionamentos casuais. Grande parte das filmagens foi feita em um hotel, o Chateau Mormont, em Los Angeles.

O júri do festival foi presidido pelo também cineasta americano Quentin Tarantino, ex-namorado de Sophia Coppola.

O Leão de Prata de melhor direção foi para o espanhol Alex de la Iglesia, pelo filme "Balada Triste de Trompeta". "Essential Killing”, dirigido por Jerzy Skolimowski, ganhou o Prêmio Especial do Júri.

Os jurados também concederam um Leão de Ouro especial pelo conjunto da obra para Monte Hellman, que apresentou “Road to Nowhere” no festival.

A seguir, a lista dos filmes que competiam em Veneza:

"Black Swan", de Darren Aronofsky (EUA)

"La pecora nera" , de Ascanio Celestini (Itália)

"Somewhere", de Sofia Coppola (EUA)

"Happy few", de Antony Cordier (França)

"A Solidão dos Números Primos", de Saverio Costanzo - (Itália)

"Ovsyanki", de Alexei Fédortchenko - (Rússia)

"Promises written in water", de Vincent Gallo (EUA)

"Road to nowhere", de Monte Hellman (EUA)

"Balada triste de trompeta", de Alex de la Iglesia (Espanha/França)

"Vénus noire", de Abdellatif Kechiche (França)

"Post Mortem", de Pablo Larraín (Chile/México/Alemanha)

"Barney's version", de Richard J. Lewis (Canadá/Itália)

"Noi credevamo", de Mario Martone (Itália/França)

"La passione", de Carlo Mazzacurati (Itália)

"13 asesinatos", de Miike Takashi (Japão/Grã-Bretanha)

"Potiche", de François Ozon (França)

"Meek's cutoff", de Kelly Reichardt (EUA)

"Miral", de Julian Schnabel (EUA/França/Itália/Israel)

"Noruwei no mori", de Tran Anh Hung (Japão)

"Attenberg", de Athina Rachel Tsangari (Grécia)

"Detective Dee and the mystery of Phantom Flame", de Tsui Hark (China)

"Drei", de Tom Tykwer (Alemanha)

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