Marilyn Monroe/Memórias

Livro publica confissões e trechos de diários de Marilyn Monroe

Capa do livro “Fragments” da editora francesa Le Seuil.
Capa do livro “Fragments” da editora francesa Le Seuil. www.seuil.com

Livro com lançamento mundial traz confissões, observações e anseios de um dos maiores mitos da história do cinema, a norte-americana Marilyn Monroe.

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“Sozinha. Eu sempre acabo sozinha”. É uma das confissões da diva platinada, um dos ícones da beleza e do cinema mundial, no começo dos anos 50, no auge da carreira. Essas e outras revelações e reflexões de Marilyn Monroe fazem parte de “Fragments” (“Fragmentos”, em tradução livre), livro que chega as bancas do mundo todo nesta quinta-feira.

Os textos até agora inéditos estavam em posse de Anna, viúva de Lee Strasberg,diretor do mítico Actor’s Studio, uma escola de teatro por onde também passou Marlon Brando e Al Pacino. Os documentos foram reunidos em um livro de 270 páginas, com fac-símiles das notas de Marilyn escritas em papéis de carta de hotéis, folhas avulsas, diários e cartas.

Os primeiros textos são de 1943, quando ela tinha apenas 17 anos e ainda era Norma Jean, uma jovem aspirante a atriz e recém-casada. Nos anos seguintes, o sucesso parece deixa-la cada vez mais ansiosa e insegura. Mas Marilyn também mostra grande interesse pela literatura, muito antes de se casar com o escritor Arthur Miller.

Os fragmentos incluem relatos de sofrimento e desespero, em cartas como as que mandava para amigos de uma clinica onde estava internada com depressão. Em 1958, ela pedia ajuda, dizia que sentia que a vida se aproximava enquanto tudo o que ela queria era morrer. No dia 5 de agosto de 1962, Marilyn foi encontrada morta, aos 36 anos. Os direitos de “Fragments” sao da editora francesa Le Seuil.
 

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