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Histórias de resistência marcam 25° Festival de cinema de Biarritz

Cena do filme "Neruda", do chileno Pablo Larraín, em competição no Festival Biarritz América Latina 2016
Cena do filme "Neruda", do chileno Pablo Larraín, em competição no Festival Biarritz América Latina 2016 DR
Texto por: Leticia Constant
2 min

O Festival Biarritz América Latina, que festeja seus 25 anos, entra no quarto dia de projeções, com alguns filmes bem cotados para o prêmio de melhor longa, o troféu Abrazo, que simboliza a amizade entre o País Basco e a América Latina.

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Neste ano o festival está marcado pela presença de várias obras de resistência, de oposição, seja a um regime político, a um capitalismo selvagem e até mesmo à natureza

Nessa linha também estão alguns dos mais cotados para o prêmio Abrazo, começando por Aquarius, de Kleber Mendonça Filho, o chileno Neruda, de Pablo Larraín, El Inverno, primeiro filme rodado em San Sebastian, no país basco, e X-Quinientos, de Juan Andrès Arango, filmado na Colômbia.

Brasil em Biarritz

O Brasil está com forte presença nesta edição, competindo com 9 filmes: 2 longas, 3 curtas e 4 documentários.

Aquarius foi bastante aplaudido pelo público na sua única projeção na terça-feira (27), quando a atriz Maeve Jinkings, que veio para apresentar a obra, falou sobre a repercussão do protesto da equipe do filme em Cannes e aproveitou para denunciar mais uma vez o golpe no Brasil.

Nesta quinta-feira (29), serão projetados os documentários Uma Família Ilustre, da carioca Beth Formaggini e Cinema Novo, de Eryk Rocha, vencedor do melhor documentário em Cannes.

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