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Filósofo fala sobre desafio e fascínio da tradução

Cláudio Oliveira fala sobre o desafio e fascínio da tradução.
Cláudio Oliveira fala sobre o desafio e fascínio da tradução. Foto: Patricia Moribe

“Pensar em Línguas e Traduzir” é o eixo de trabalho de Cláudio Oliveira, professor associado do Departamento de Filosofia da UFF (Universidade Federal Fluminense, em Niterói) e Doutor em Filosofia pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atualmente ele é pesquisador convidado da Universidade de Paris 4 (Sorbonne), onde colabora com a filósofa francesa Barbara Cassin. Ele também acaba de realizar um documentário sobre artistas contemporâneos brasileiros.

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“Filme de artista” (link do teaser) traz um panorama da produção contemporânea brasileira no campo das artes visuais, com um bate-papo com os artistas Nelson Felix, Laura Lima, Ricardo Bausbaum, Virginia de Medeiros e o Grupo EmpreZa. O filme, pronto para entrar no circuito de festivais, é assinado por Roberto Corrêa dos Santos, Renato Rezende e Cláudio Oliveira (e Juliana de Morais na concepção original).

Oliveira fala com entusiasmo sobre o tema que o trouxe à França: a tradução. “Como filósofo, eu trabalho sempre com categorias universais: o homem, o tempo, o espaço”, explica. “Já a tradução lida com palavras e línguas singulares. É esse choque que nos apaixona”, acrescenta.

O filósofo Cláudio Oliveira é autor de livros como "Do tudo e do todo ou De uma nota de rodapé do parágrafo 48 de Ser e Tempo – Uma discussão com Heidegger e os gregos" (Circuito). Ele traduziu para o português desde a filosofia de Platão até os contemporâneos, como o italiano Giorgio Agamben e a francesa Barbara Cassin.

As atividades de Oliveira não param por aí. Ele também é colunista da revista Cult, onde escreve sobre suas impressões de Paris.

Para assistir ao vídeo da entrevista, clique na imagem abaixo:

 

 

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