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HQ/Angoulême

Cinco publicações brasileiras de quadrinhos concorrem no festival de Angoulême

Mundo Paralelo, de Walter Klattu, concorre a prêmio alternativo de HQ em Angoulême, na França.
Mundo Paralelo, de Walter Klattu, concorre a prêmio alternativo de HQ em Angoulême, na França. DR
2 min

Começa nesta quinta-feira (26), um dos principais festivais internacionais de histórias em quadrinhos, o de Angoulême, no oeste da França. Um dos homenageados desta 44ª edição vai ser René Goscinny, o roteirista das aventuras de Asterix. Cinco publicações brasileiras concorrem ao prêmio de melhor HQ independente.

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Um obelisco em memória de Goscinny, morto há 40 anos, será inaugurado na cidade. O monumento, com cerca de seis metros de altura e pesando sete toneladas, será decorado com frases e citações geniais inventadas pelo francês para as aventuras da dupla Asterix e Obelix, entre elas a célebre: “Esses romanos são loucos!”.

A edição do ano passado foi marcada por acusações de sexismo (todos os concorrentes ao prêmio principal eram homens) e ameaças de boicote. Agora, a Fera de Ouro será disputada por três homens e quatro mulheres. A presidente do júri, a britânica Posy Simmonds, de 71 anos, é considerada como um dos principais nomes do “graphic novel”, autora de obras como “Gemma Bovery” ou “Tamara Drewe”.

Brasileiros na seção alternativa

Cinco publicações brasileiras - Café Especial, Espresso Futebol, Maidan, Maria Magazine e O Tiraço – concorrem ao prêmio de HQ alternativa, incluindo obras coletivas e fanzines. Essa categoria existe desde 1982 e o vencedor será anunciado dia 28 de janeiro.

Um total de 66 álbuns de todos os gêneros concorrem a diferentes prêmios em Angoulême. No ano passado, o brasileiro Marcelo Quintanilha venceu na categoria de melhor obra policial, com “Tungstênio”.
 

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