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Brasileiro lança livro sobre Paris seguindo os passos de Hemingway

Áudio 07:01
Fábio Pereira Ribeiro nos estúdios da RFI em Paris
Fábio Pereira Ribeiro nos estúdios da RFI em Paris RFI
Por: Silvano Mendes
10 min

Fábio Pereira Ribeiro divulga na França Paris também se levanta, um livro de contos no qual tenta abordar uma capital francesa além do cartão-postal. Mas a principal particularidade do projeto é fazer um paralelo com a obra do americano Ernest Hemingway que, como o brasileiro, era apaixonado pela Cidade Luz.

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Depois do primeiro romance Um Dry Martini para Hemingway, Ribeiro homenageia novamente o escritor americano com Paris também se levanta, que se inspira do universo do norte-americano. A começar pelo título desse segundo livro, publicado pela editora Simonsen, que faz referência a O Sol também se levanta, o primeiro sucesso do Nobel de Literatura.

“A minha fascinação pela história do Hemingway começou depois que eu li Paris é uma festa, um livro biográfico sobre a vida dele nos anos 1920”, conta o autor. “Percebi o quanto de riqueza histórica tinha aquele período, que ajudou a construir muito da própria mágica da história de Paris”.

Paris também se levanta traz contos inspirados em personagens reais, contemporâneos, quase sempre fazendo ligação com Hemingway ou com Paris dos chamados “Anos Loucos”. Segundo o autor, “são pessoas que viveram a cidade e deram esse toque mágico, principalmente sobre o aspecto literário”.

Escrito na mesa de bar

O livro foi escrito principalmente em cafés e restaurantes da capital francesa, numa tentativa de mergulhar o leitor na cidade dos dias de hoje, mas também, por meio de incontáveis referências históricas, na Paris dos anos 1920 que, na época, atraia a intelligentsia internacional. “Eu escrevi boa parte do livro na Closerie des Lilas, em Montparnasse, em um restaurante onde o Hemingway também escrevia”, relata.

O bairro parisiense, aliás, também será o palco de parte do próximo livro de Fábio Pereira Ribeiro. O autor se interessa agora pela biografia de Kiki de Montparnasse, artista de destaque na década de 1920, musa do surrealismo e amante de Man Ray. O projeto está previsto para meados de 2020.

Leia a entrevista completa clicando na foto acima ou assista o vídeo.

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