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Economia

Pedido de falência da Virgin evidencia crise nas vendas culturais

Áudio 04:09
Empresas têm urgência em se adaptar à nova realidade, diz sociólogo.
Empresas têm urgência em se adaptar à nova realidade, diz sociólogo. REUTERS/Christian Hartmann
Por: Lúcia Müzell
6 min

CDs e DVDs podem ficar órfãos de uma de suas lojas mais famosas. A crise no setor cultural faz mais uma vítima: a lendária loja Virgin apresentou um projeto de falência na França, na sexta-feira, depois de ver suas vendas diminuírem de 340 milhões de euros, em 2010, para 286 milhões em 2011. Nos últimos dois anos, 200 funcionários foram demitidos.

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A má situação levou a Virgin a decidir não renovar, neste ano, o aluguel da sua mítica loja na avenida Champs Elysées, em Paris. A empresa ainda tem mil funcionários no país, e o governo francês promete arrumar uma solução para evitar que a loja seja obrigada a fechar as portas definitivamente.

Mas a verdade é que a Virgin é apenas mais um caso de empresa em dificuldade em um setor no qual a internet assumiu papel protagonista e os consumidores, tomaram as rédeas do mercado. Música, cinema, literatura e até a imprensa se veem confrontados a encontrar, e rápido, uma solução. Perguntamos ao sociólogo italiano Massimo di Felice, especialista em Comunicação Digital da Universidade de São Paulo, se este caminho é sem volta.

 

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