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G7/Crise

Apesar da crise europeia, líderes do G7 apostam na retomada econômica

O ministro britânico das Finanças, George Osborne, se mostrou otimista durante a entrevista coletiva concedida após a reunião do G7.
O ministro britânico das Finanças, George Osborne, se mostrou otimista durante a entrevista coletiva concedida após a reunião do G7. REUTERS/Yui Mok/POOL
Texto por: RFI
2 min

Os representantes do G7 reunidos na Inglaterra nesse fim de semana se comprometeram a trabalhar juntos para a retomada da economia mundial. Mas eles alertaram para os desafios, como a crise na zona do euro e a desvalorização da moeda japonesa. Os planos de austeridade impostos no velho continente também foram discutidos durante o encontro.

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Os representantes do G7, grupo das principais potências mundiais, formado por Estados Unidos, França, Reino Unido, Alemanha, Canadá, Japão e Itália, saíram otimistas da reunião organizada nesse fim de semana em Aylesbury, ao noroeste de Londres. Segundo o ministro britânico das Finanças, George Osborne, ainda há vários desafios para garantir uma retomada mundial sustentável. “Mas nós nos comprometemos, como economias desenvolvidas, a desemplenhar nosso papel encorajando essa retomada”, disse ele durante a entrevista coletiva concedida à imprensa no final do encontro nesse sábado, 11 de maio.

Um dos pontos discutidos durante o evento foi a política de austeridade lançada por vários governos europeus. Principalmente após as alfinetadas lançadas na sexta-feira pelo secretário norte-americano do Tesouro Jacob Lew. Segundo o representante da Casa Branca, a retomada econômica mundial “não pode ser construída apenas pelos Estados Unidos”. O tom foi mais ameno nesse sábado, quando Osborne, que faz parte dos partidários das políticas de rigor, disse que reunião que “havia pontos em comum sobre as políticas orçamentárias”.

A queda da moeda japonesa, que atingiu os níveis mais baixos dos últimos quatro anos, também foi discutida durante o encontro. Os Estados Unidos alertaram os representantes de Tóquio sobre os riscos de manipulação do iene e de uma “guerra monetária”.
 

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