Ginástica

Brasil termina Mundial de Ginástica com ouro inédito nas argolas

O ginasta brasileiro Arthur Zanetti (centro) fica com a medalha de ouro nas argolas no Mundial de Ginástica da Antuérpia.
O ginasta brasileiro Arthur Zanetti (centro) fica com a medalha de ouro nas argolas no Mundial de Ginástica da Antuérpia. Divulgação

O ginasta Arthur Zanetti conquistou uma medalha de ouro inédita nas argolas no Mundial de Ginástica da Antuérpia (Bélgica) que terminou neste domingo. O resultado confirma o brasileiro, que foi campeão olímpico em Londres, como um dos principais nomes da modalidade no cenário mundial.

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O Brasil encerra a sua participação no Mundial de Ginástica da Antuérpia com a medalha de ouro de Arthur Zanetti. Próximo da perfeição, o ginasta brasileiro desbancou os demais concorrentes e conquistou o lugar mais alto do pódio. "Estou me sentindo muito feliz. O meu objetivo neste Mundial era conquistar esse ouro e ele foi cumprido", disse campeão ao final da prova. "Esse é um momento muito bom para a ginástica brasileira e, certamente, vamos conseguir mais bons resultados no futuro e mais alegrias para o Brasil", completou.

Neste domingo, o Brasil ainda brigava por medalhas na final do salto com Diego Hypolito e Sergio Sasaki, que esperava ficar entre os três primeiros colocados. Mas uma aterrissagem desequilibrada o afastou do pódio e ele teve que se contentar com a quinta colocação. Sasaki, porém, tem ainda motivos para comemorar seu desempenho no torneio. Ele obteve um quinto lugar inédito no Individual Geral.

"Estou me sentindo muito feliz. Acho que consegui provar para mim mesmo tudo o que sou capaz com foco e com objetivo", celebrou o paulista em declarações ao site da Confederação Brasileira de Ginástica. "Ficar em quinto lugar hoje faz desse dia o mais feliz da minha vida. Não ganhei uma medalha, mas saí da área de competição com a sensação de dever cumprido. Meu objetivo era ficar em quinto e eu consegui. Tracei essa meta desde as Olimpíadas. Agora, quero ainda mais". Nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, ele havia ficado na décima posição no Individual Geral.

Já Diego Hypólito, que se recuperava de uma série de lesões, ficou com um quinto lugar no solo. Na final do salto de hoje, ele ficou em sexto lugar. Mesmo sem medalhas, Hypolito considerou seu resultado "satisfatório". Seu objetivo era conseguir ficar entre os oito melhores do mundo.

Participação feminina

Entre as mulheres, o Brasil não conseguiu brilhar. Apesar do esforço para superar a dor de uma lesão, a veterana Daniele Hypolito ficou fora das finais das barras assimétricas e da trave. “A vida é feita de obstáculos, mas cabe a nós lutarmos sem desistir”, escreveu na sua conta do twitter. Já Leticia Costa ficou em 28° lugar no individual geral.
 

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