Com Neymar em campo e Macron na tribuna, PSG vence final da Copa da França em 1° jogo pós-pandemia

Emmanuem Macron conversa com Mbappé ao lado de Neymar antes do começa da final da Copa da França entre Paris Saint-Germain e o Saint-Etienne.
Emmanuem Macron conversa com Mbappé ao lado de Neymar antes do começa da final da Copa da França entre Paris Saint-Germain e o Saint-Etienne. © ASSOCIATED PRESS

O Paris Saint-Germain (PSG) e o Saint-Etienne entraram em campo na noite desta sexta-feira (24) para uma final da Copa da França que deve entrar para a história. A partida, vencida pelo time parisiense por 1 a 0, marcou a volta da competição após quatro meses de interrupção por causa da pandemia de Covid-19. O jogo contou com a presença do presidente francês, Emmanuel Macron, e foi realizado com público reduzido.

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A partida começou após um minuto de aplausos em homenagem às vítimas do coronavírus e às pessoas que se mobilizaram durante a crise sanitária. Antes do pontapé inicial, o presidente francês Emmanuel Macron desceu até o gramado e, usando uma máscara de proteção, saudou todos os jogadores presentes.

“Temos que tomar todas as precauções e limitar os riscos. É importante o presidente estar presente, manter a tradição e acompanhar a retomada do mundo esportivo”, informou o Palácio do Eliseu, sede da Presidência.

O chefe de Estado evitou os apertos de mão tradicionais, mas trocou palavras com os presentes e conversou durante alguns segundos com Kylian Mbappé, que estava ao lado de Neymar.

Favorito na partida, o PSG entrou com campo com seu trio de estrelas brasileiras, composto por Thiago Silva, Marquinhos e Neymar, que abriu o placar aos 14 minutos de jogo, com o único gol da disputa. 

Apenas 5 mil pessoas no estádio

A França é o último dos grandes países europeus a retomar seu campeonato de futebol. No entanto, os franceses são os primeiros a organizar uma partida oficial diante do público, já que os demais preferiram realizar jogos em estádios vazios.

Mesmo assim, as autoridades decidiram impor um importante dispositivo de proteção para o público. No lugar dos 80.000 torcedores que o Stade de France pode acolher, apenas 5.000 pessoas estavam presentes, entre elas 1.500 membros da organização. Além disso, o uso de máscaras era obrigatório e as arquibancadas foram adaptadas para que o público respeitasse um metro de distanciamento físico.

“É um momento diferente dos outros, pois é histórico”, disse o capitão do PSG, o brasileiro Thiago Silva, antes do início do jogo.

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