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Lituânia/Euro

Lituânia começa 2015 com a adoção do euro como moeda

Funcionária de um banco em Vilnius, na Lituânia, mostra notas de euro, que se tornou a moeda oficial do país nesta quinta-feira (1°).
Funcionária de um banco em Vilnius, na Lituânia, mostra notas de euro, que se tornou a moeda oficial do país nesta quinta-feira (1°). REUTERS/Ints Kalnins

2015 começa com a afirmação de novos membros da União Europeia. A Lituânia se tornou nesta quinta-feira (1°) o 19° país a aderir a zona do euro. Já a Letônia assume hoje a presidência semestral da União Europeia.

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De acordo com o banco central da Lituânia, o país de 3 milhões de habitantes entra na zona do euro com sucesso. O objetivo de aderir ao bloco é reforçar os laços com o Ocidente e simplificar os negócios, já que boa parte de sua produção se destina ao mercado europeu.

“O euro servirá de garantia à nossa segurança econômica e política”, disse o primeiro-ministro lituano, Algirdas Butkevicius, ao sacar um bilhete de € 10 em um caixa eletrônico neste 1° de janeiro.

Nesta quinta-feira, os lituanos já puderam fazer suas compras utilizando a nova moeda em vários estabelecimentos da capital Vilnius. Para facilitar a transição, as etiquetas ainda mostram os preços em euros e em litas, a moeda substituída.

Apesar de ser uma das economias mais vigorosas da União Europeia, tendo crescido quase 3% em 2014, a Lituânia aderiu ao bloco tendo que enfrentar um problema histórico: o de conseguir unir economias desiguais. O salário mínimo no país é de apenas € 290 euros, muito menor se for comparado, por exemplo, ao salário de economias fortes do bloco, como o da França, que é de € 1.457.

Letônia assume presidência da UE

A Letônia assumiu nesta quinta-feira (1°) a presidência semestral da União Europeia. País de dois milhões de habitantes e com uma importante minoria russófona, sua administração semestral não deve fazer frente ao líder russo. O temor é de desencadear uma rebelião separatista, a exemplo do movimento pró-Moscou que resultou na independência da Crimeia e do leste da Ucrânia em 2014.

De acordo com especialistas, os principais desafios a serem enfrentados pelo país que integra o bloco há 11 anos é returbinar a economia do Velho Continente, além da crise política grega, a ameaça jihadista, entre outros. A Letônia terá a responsabilidade de definir os assuntos das reuniões e cúpulas, aproximar as posturas dos Estados e instituições comunitárias e propor soluções de consenso no bloco.

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