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Acidente/Germanwings

Copiloto da Germanwings fez tratamento contra tendências suicidas

O piloto  Andreas Lubitz, em foto de  2013.
O piloto Andreas Lubitz, em foto de 2013.
2 min

O copiloto do Airbus A320 da Germanwings passou por tratamentos contra tendências suicidas no passado, mas não recentemente, informou nesta segunda-feira (30) a justiça alemã. Andreas Lubitz, de 27 anos, é acusado de ter provocado deliberadamente o acidente que matou 150 pessoas nos Alpes franceses .

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"O copiloto esteve em tratamento psicoterapêutico por tendências suicidas há muitos anos, antes de obter o brevet de piloto", afirmou o procurador de Dusseldorf, Ralf Herrenbrück. Segundo ele, as últimas consultas médicas realizadas recentemente não "confirmaram tendências suicidas ou agressividade contra outras pessoas".

Os exames, no entanto, sugeriram uma licença médica. O procurador Herrenbrück também afirmou que não foi encontrada nenhuma carta ou bilhete sobre um eventual plano ou qualquer reivindicação sobre um acidente aéreo.

A procuradoria de Dusseldorf afirma não ter encontrado até o momento "no seu ambiente familiar, pessoal ou no local de trabalho" nenhuma pista que possa justificar uma motivação do copiloto.

Na sexta-feira, a Promotoria de Dusseldorf, onde vivia Lubitz, informou que o copiloto tinha uma licença médica para o dia 24 de março, data da tragédia com o Airbus da Germanwings. Os investigadores encontraram atestados de invalidez para o trabalho rasgados.

O jornal Bild publicou reportagens informando que os investigadores encontraram no apartamento do copiloto receitas médicas para tratamento de doenças maníaco-depressivas e também uma grande quantidade de soníferos.
 

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