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G20: "Houve uma química positiva entre Trump e Putin", diz secretário americano

Presidentes da Rússia, Vladimir Putin (esq.) e dos EUA, Donald Trump, conversaram durante mais de duas horas no G20, em 7 de julho de 2017
Presidentes da Rússia, Vladimir Putin (esq.) e dos EUA, Donald Trump, conversaram durante mais de duas horas no G20, em 7 de julho de 2017 REUTERS/Carlos Barria
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Nesta sexta-feira (7), em Hamburgo, à margem da cúpula do G20, os presidentes Donald Trump, dos Estados Unidos, e Vladimir Putin, da Rússia,  tiveram a sua primeira conversa durante duas horas e quinze minutos, com ajuda de intérpretes. O encontro foi considerado construtivo.

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Donald Trump e Vladimir Putin se entenderam bem e houve uma "química positiva" imediata entre eles, afirmou o secretário de Estado americano Rex Tillerson, completando que "o encontro foi muito construtivo, a conexão entre os dois dirigentes se fez rapidamente".

Trump e Putin já haviam trocado sorrisos e um aperto de mãos no fim da manhã, na abertura da cúpula.

Aparando as arestas entre EUA e Moscou

Donald Trump aceitou a palavra de Vladimir Putin de que não tentou interferir nas eleições americanas. "O presidente Trump disse que ouviu as afirmações de Putin de que não eram verdade [as acusações] e que as autoridades russas não interferiram, e aceitou essas afirmações", afirmou o primeiro-ministro Serguei Lavrov, que esteve presente na reunião.

Trump disse a Putin que o diálogo foi muito bom e que espera que isto possa trazer boas coisas para a Rússia, Estados Unidos e todos os envolvidos, afirmando que foi uma honra ter estado ao seu lado.

Putin respondeu: "Já conversamos diversas vezes por telefone mas uma conversa telefônica não é suficiente. Estou muito feliz de poder encontrá-lo pessoalmente, senhor presidente".

Antes desta primeira reunião, Trump havia dito que queria achar meios para trabalhar com Putin, um objetivo difícil para os campos rivais apoiados pelos dois países nos conflitos da Ucrânia e da Síria, além das acusações de ingerência russa na eleição presidencial americana de 2016.

Putin e Trump também expuseram seus pontos de vista divergentes sobre a crise com a Coreia do Norte. "Os russos abordam a questão de forma diferente da nossa e continuaremos a discutir o assunto. A Rússia tem relações econômicas com a Coreia do Norte", disse Tillerson à imprensa.

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