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França: mão de obra estrangeira da linha de frente da Covid-19 ganha cidadania

Membros da equipe médica trabalham na Unidade de Terapia Intensiva, onde pacientes de Covid-19 são tratados no Hospital Melun-Senart, perto de Paris, na França. Em 20 de novembro de 2020.
Membros da equipe médica trabalham na Unidade de Terapia Intensiva, onde pacientes de Covid-19 são tratados no Hospital Melun-Senart, perto de Paris, na França. Em 20 de novembro de 2020. REUTERS - BENOIT TESSIER
Texto por: RFI
2 min

Estrangeiros na França, cujos trabalhos os expõem a altos riscos de exposição à Covid-19, serão naturalizados rapidamente por seu comprometimento durante a pandemia. A informação foi divulgada pelo Ministério do Interior francês.

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Em setembro, o ministério convidou pessoas que "contribuíram ativamente" na luta contra o coronavírus a se candidatarem a uma "naturalização acelerada".

De acordo com o gabinete de Marlene Schiappa, secretária de Estado da França para a Igualdade de Gênero e a Luta contra a Discriminação [pasta da Cidadania], das cerca de 3 mil pessoas que responderam, 74 já tinham obtido a cidadania e outras 693 estavam em fase final do processo.

“Profissionais de saúde, faxineiras, funcionários de creches, caixas de supermercado: todos comprovaram seu compromisso com a nação e agora é a vez da República dar um passo em sua direção”, acrescenta o comunicado do gabinete.

Além disso, as autoridades de imigração foram obrigadas a reduzir o período de residência necessário para obter a cidadania de cinco para dois anos, no caso de "excelentes serviços prestados".

Com informações da AFP

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