Torre Eiffel oferece testes anticovid para visitantes sem passaporte sanitário

Um profissional de saúde administra um teste antigênico anticovid a um visitante, enquanto um banner diz "A Torre Eiffel dá as boas-vindas para que você possa fazer testes rápidos anticonvid".
Um profissional de saúde administra um teste antigênico anticovid a um visitante, enquanto um banner diz "A Torre Eiffel dá as boas-vindas para que você possa fazer testes rápidos anticonvid". © AFP/Bertrand Guay

A Torre Eiffel começou a oferecer testes anticovid gratuitos para visitantes franceses que desejam conhecer o monumento mas não possuem o passaporte de saúde para acessar atrações culturais. Os turistas estrangeiros também podem fazer os exames, mas mediante o pagamento de uma taxa.

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Os visitantes da Torre Eiffel agora não precisam mais obrigatoriamente apresentar o passaporte sanitário, exigido desde quarta-feira (21) para quem deseja ir a cinemas, museus e outros espaços culturais na França.

Aqueles que não puderem provar que estão vacinados ou não apresentarem evidências de um teste negativo recente, podem fazer um teste de antígeno em uma das duas tendas montadas em frente às duas entradas do monumento, pouco antes da verificação de segurança.

Os testes "permitem garantir que os visitantes possam explorar o monumento em ótimas condições", afirmou Patrick Branco Ruivo, diretor-geral da Sete, a empresa operadora da Torre Eiffel, que afirma aplicar o decreto governamental.

Estrangeiros precisam pagar

Os testes serão gratuitos para os visitantes franceses, mas os turistas estrangeiros terão de pagar € 25 (mais de R$ 150), como tem acontecido com qualquer estrangeiro não residente que faz o teste em qualquer lugar da França, desde 7 de julho.

Ruivo afirma que os visitantes foram avisados ​​com antecedência por meio de mensagens no site da Torre em todos os idiomas. O plano é começar oferecendo cerca de 1.500 exames por dia.

A Torre Eiffel, um dos monumentos mais visitados do mundo, reabriu em 16 de julho após ficar fechada por 8 meses e meio, o mais longo período sem visitantes desde a Segunda Guerra Mundial.

Nesta sexta-feira, o monumento recebeu entre 10.000 e 13.000 turistas por dia, metade de sua frequência habitual de verão.

Embora não haja limites para a entrada, os elevadores nos dois primeiros andares só estão autorizados a levar 50% de sua carga normal, para impor o distanciamento social. Máscaras também são obrigatórias em todo o monumento.

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