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França/Israel

Hollande diz que segurança de judeus é “causa nacional”

O presidente da França, François Hollande, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu,  apertam as mãos durante uma cerimônia em Toulouse.
O presidente da França, François Hollande, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, apertam as mãos durante uma cerimônia em Toulouse. REUTERS/Bob Edme/Pool
Texto por: RFI
3 min

O presidente francês, François Hollande, afirmou nesta quarta-feira, que a França está determinada a combater “sem esmorecer” o anti-semitismo, pois a segurança dos judeus é uma “causa nacional”. A declaração foi feita durante cerimônia de homenagem às vitimas do extremista islâmico Mohamed Merah, em março. Ele acompanhava o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em visita a Toulouse.  

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Um forte esquema de segurança foi montado na cidade, que abriga a quarta maior comunidade judaica da França, com cerca de 20 mil pessoas. O tráfego foi suspenso entre o aeroporto e o bairro onde se encontra o colégio judaico, para a passagem da comitiva do primeiro-ministro israelense. As ruas foram bloqueadas e os veículos estacionados na proximidade do local da cerimônia, retirados. A homenagem às três crianças e ao professor, Jonathan Sandler, mortos na entrada da escola aconteceu às 13h30 horário local e reuniu, alunos, parentes, funcionários e autoridades locais e religiosas.

O grande rabino da França, Gilles Bernheim, também realizou um discurso diante dos presentes, seguido pela fala do diretor do estabelecimento escolar, Yaacov Monsonego, pai de uma das vítimas, e do testemunho da esposa do professor assassinado e mãe das duas crianças, também mortas no mesmo atentado.

Em Jerusalém, durante o funeral dessas quatro vítimas, Netanyahu havia prometido visitar a comunidade judaica de Toulouse. Em março, Merah de 23 anos provocou uma série de atentados na região deixando no total 7 mortos. Ele foi abatido durante uma operação policial.

Ontem em Paris, o primeiro-ministro israelense felicitou o estado francês por seu desempenho no combate ao antissemitismo e por sua posição em relação ao programe nuclear iraniano. No mesmo dia, foi anunciada a expulsão do íman tunisiano, Mohammed Hammami, de 77 anos, responsável pela mesquita Omar no décimo primeiro distrito da capital. Ele é acusado de estimular a violência contra mulheres e o ódio contra judeus.

 

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