Grécia/Plano

Plano de ajuda à Grécia sai menos caro que deixar país falir, sugere Le Figaro

Banco Central da Grécia.
Banco Central da Grécia. Reuters / Yiorgos Karahalis

O novo plano financeiro anunciado pelos ministros de finança da zona do euro para ajudar o governo grego é destaque na imprensa francesa deste sábado. Mais de 60 bilhões para salvar a Grécia, estampa em título o jornal conservador Le Figaro informando que o sinal verde foi dado para um segundo plano para ajudar o país a enfrentar sua grave crise econômica.

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As autoridades europeias, o FMI e o governo grego firmaram um compromisso que visa evitar a falência de um estado e seu impacto na zona do euro, escreve o Le Figaro. Estimado entre 60 e 65 bilhões de euros, o plano tem como maior novidade uma maior contribuição do setor privado, informa o diário conservador. Em editorial, Le Figaro questiona a capacidade da Grécia de cumprir sua parte no acordo.

Sob o ponto de vista político o problema é conter um clima já bastante explosivo de insatisfação social no país, e, do ponto de vista técnico a dificuldade será aumentar a arrecadação do estado em um país onde pagar imposto não é uma prática muito comum, sugere o jornal. Entre as alternativas, estaria a falência do estado grego mas as consequências políticas e econômicas para a zona do euro poderiam sair ainda mais caras, avalia o Le Figaro.

Le Monde que circula neste sábado adianta como será duelo entre os advogados de acusação e defesa do caso envolvendo o ex-chefão do FMI que deve comparecer diante da justiça de Nova York na próxima segunda-feira. Os advogados de Dominque Strauss Kahn vão fazer de tudo para semear a dúvida nas provas que serão produzidas pela defesa da camareira do hotel que acusa o ex-chefão do FMI de vários crimes sexuais. Nos Estados Unidos, lembra o Le Mondeé o procurador que deve fornecer as provas para convencer os 12 jurados votarem por unanimidade.

A primavera mais quente na França em mais de 100 anos é o destaque principal do Libération. A reportagem critica as respostas de longo prazo do governo ao fenômeno que atinge sobretudo o setor agrícola. O problema enfrentado pelos agricultores, afirma o jornal não é apenas o aquecimento climático. A seca atual revela também que o modelo atual de produção agrícola na França está ultrapassado. Em entrevista ao jornal, uma pesquisadora defende novas estratégicas baseadas em menos produtividade e menor dependência de água.

As autoridades europeias, o FMI e o governo grego firmaram um compromisso que visa evitar a falência de um estado e seu impacto na zona do euro, escreve o Le Figaro. Estimado entre 60 e 65 bilhões de euros, o plano tem como maior novidade uma maior contribuição do setor privado, informa o diário conservador. Em editorial, Le Figaro questiona a capacidade da Grécia de cumprir sua parte no acordo. Sob o ponto de vista político o problema é conter um clima já bastante explosivo de insatisfação social no país, e, do ponto de vista técnico a dificuldade será aumentar a arrecadação do estado em um país onde pagar imposto não é uma prática muito comum, sugere o jornal. Entre as alternativas, estaria a falência do estado grego mas as consequências políticas e econômicas para a zona do euro poderiam sair ainda mais caras, avalia o Le Figaro.

O Le Monde que circula neste sábado adianta como será duelo entre os advogados de acusação e defesa do caso envolvendo o ex-chefão do FMI que deve comparecer diante da justiça de Nova York na próxima segunda-feira. Os advogados de Dominque Strauss Kahn vão fazer de tudo para semear a dúvida nas provas que serão produzidas pela defesa da camareira do hotel que acusa o ex-chefão do FMI de vários crimes sexuais. Nos Estados Unidos, lembra o Le Monde é o procurador que deve fornecer as provas para convencer os 12 jurados votarem por unanimidade.

A primavera mais quente na França em mais de 100 anos é o destaque principal do Libération. A reportagem critica as respostas de longo prazo do governo ao fenômeno que atinge sobretudo o setor agrícola. O problema enfrentado pelos agricultores, afirma o jornal não é apenas o aquecimento climático. A seca atual revela também que o modelo atual de produção agrícola na França está ultrapassado. Em entrevista ao jornal, uma pesquisadora defende novas estratégicas baseadas em menos produtividade e menor dependência de água.
 

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