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UE e FMI impõem aumento de impostos aos gregos

Áudio 04:33
Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, entre o premiê grego, Georges Papandreou (à esq.), e o presidente Nicolas Sarkozy, em Bruxelas.
Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, entre o premiê grego, Georges Papandreou (à esq.), e o presidente Nicolas Sarkozy, em Bruxelas. Reuters

A Grécia obteve a aprovação para o seu plano de austeridade de cinco anos por parte da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional, após ter se comprometido a uma nova rodada de aumento de impostos e corte nos gastos públicos. O novo ministro das Finanças grego, Evangélos Vénizélos, apresentou um conjunto de medidas de arrocho fiscal que devem representar 28 bilhões de euros de arrecadação adicional para Atenas. A base de imposição do imposto de renda caiu de 12 mil euros anuais para 8 mil euros, ou seja, as famílias com rendimento de cerca de 18 mil reais por ano, até então isentas, passarão a pagar impostos. Os europeus impuseram duras condições para evitar a falência da Grécia, como explica a correspondente da RFI em Bruxelas, Letícia Fonseca.