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Saúde/PIP

OMS sai do silêncio e aconselha portadoras de próteses mamárias PIP

Reuters/Juan Carlos Ulate
Texto por: RFI
2 min

A Organização Mundial de Saúde (OMS) manifestou-se pela primeira vez desde que veio à tona o escândalo das próteses mamárias da empresa francesa Poly Implant Prothèse (PIP), que utilizou gel caseiro na fabricação de de implantes de silicone, causando o seu rompimento em milhares de mulheres.

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A recomendação da OMS é dirigida às mulheres que têm próteses PIP e sentem dor, apresentam inflamação, suspeitam que os implantes possam se romper ou "por qualquer outro problema". Elas são aconselhadas a consultar seus médicos ou cirurgiões.

Mais de 300.000 mulheres no mundo são portadoras de próteses dessa marca. Diante dos riscos do produto, o governo francês recomendou em dezembro passado às 30 mil mulheres com PIP na França que as retirem, mesmo se não foi estabelecida nenhuma relação entre os implantes e os vinte casos de câncer entre as mulheres que portadoras apresentaram.

Autoridades sanitárias de 28 países recomendaram às portadoras um rigoroso acompanhamento médico ou a retirada dos implantes, apontou a OMS, afirmando que informações suplementares são necessárias sobre os riscos associados a esses implantes e sobre a comparação com outros implantes disponíveis no mercado, seja na distribuição, na utilização e na vigilância.

Escândalo global

As próteses eram fabricadas na França, mas 84% eram exportadas, especialmente para a América Latina, Espanha e Reino Unido.

Mais de 300.000 mulheres no mundo são portadoras de próteses PIP. Diante dos riscos do produto, o governo francês recomendou em dezembro passado às 30 mil mulheres na França que usam a prótese que as retirem, mesmo se não foi estabelecida nenhuma relação entre os implantes e os vinte casos de câncer que mulheres que portadoras apresentaram.

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